quarta-feira, setembro 26, 2007

The Economist: Google - A superpotência da Internet enfrenta desafios


Num artigo publicado na sua edição de 30 de Agosto de 2007, a revista The Economist faz uma análise bastante lúcida sobre a Google, enquanto empresa, e sobre os seus cada vez mais necessários serviços e produtos.

Trata-se de uma empresa que viu as suas acções altamente valorizadas em bolsa, tento tido capacidade de comprar cada vez mais empresas e, portanto, conhecimento e soluções sem ter que as desenvolver de raiz. Isto permitiu que o seu leque de serviços, grátis aliás, se tornassem cada vez mais utilizados. Os pontos positivos destas funcionalidades são conhecidos de todos e cada vez mais explorados por empresas, particulares, universidades e centros de conhecimento.

Porém, a revista The Economist alerta para o facto de que esta empresa se tem tornado, literalmente, num banco. Não num banco no sentido financeiro (embora movimente milhões), mas sim num banco de informação, de índole pessoal, comercial, etc...

O slogan inicial da empresa era «don't be evil». No entanto e à medida que a empresa fica exposta a riscos e possíveis crises no mercado de capitais, o autor do artigo preocupa-se com a sua fidelidade a este slogan inicial, denotando o risco que poderia advir para o mundo inteiro de uma possível mudança de tom na actuação da Google, uma verdadeira superpotência a quem praticamente todos estamos ligados.

Leia o artigo aqui: http://www.economist.com/opinion/displayStory.cfm?Story_ID=9725272

quarta-feira, setembro 19, 2007

Reacção da Administração do FDR a notícia publicada ontém no JN


A/C da Redacção do JN

Exmos Senhores,

Mandamo-vos a presente carta, porque veio ao conhecimento da Administração do Fórum Democracia Real que o vosso jornal tratou, a nosso ver, de uma forma errada, o nosso espaço internáutico, como "ultraconservador", como se pode ver pelo seguinte link, primeiro parágrafo:
http://jn.sapo.pt/2007/09/19/cultura/revolucionario_incorrigivelou_terror.html

Ora, caros senhores, se o FDR fosse um espaço internáutico ultraconservador, certamente não teria o nome que tem que é "Fórum da Democracia Real".

Tanto eu, como Presidente da Administração do FDR, como os meus colegas da mesma assim como o nosso Conselho Consultivo - orgãos dirigentes do FDR - somos naturalmente contra ultraconservadorismos, mas sabemos respeitar as diferenças de opinião, como é natural, em Democracia, que os senhores tanto devem prezar como nós.

A questão da Transladação de Aquilino Ribeiro para o Panteão Nacional merece da nossa parte uma posição intransigente em nome da defesa do Estado de Direito e dos principios pelos quais se regem as sociedades democráticas. Entendemos que é completamente inaceitável transladar um homem para o Panteão, que esteve, comprovadamente, implicado na morte do Chefe de Estado de Portugal da altura, Dom Carlos I e do Principe Herdeiro, Dom Luís Filipe. Obviamente que nós não defendemos assassinos. Defendemos, isso sim, pessoas que, efectivamente tiveram um papel Humanista de grande nível na História de Portugal e que de facto, merecem ter presença no Panteão. O que não é o caso do Aquilino Ribeiro!

Com os nossos respeitosos cumprimentos,

Administração do FDR

Nota: esta carta foi enviada ontém para a redacção do JN.

A Agenda Republicana

Aquilino Ribeiro - Bombista!


Guerra Junqueiro e Hitler - AS RELIGIÕES POLÍTICAS


Num jornal de nome de prenúncio fascista, " Pátria" Nova". 16-2-1908 Guerra Junqueiro publicava um elogio aos regicidas com um estilo próprio do melhor Hitler em Munique com os seus discurso Blut und Erde. Cá temos a versão lusitana das religiões políticas, a religião civil republicana com este Hino de Guerra Junqueiro ao "ódio e ao sangue purificador do solo".


"O partido republicano nem organizou nem aconselhou o atentado. O atentado foi obra única de dois homens. E contudo, as balas de morte partiram da alma da nação. Foi um atentado nacional. Um raio esplêndido e pavoroso, exterminador e salvador. O raio condensou-se em duas almas, apenas, mas a electricidade que o gerou saiu da alma de nós todos. Todos nós somos cúmplices"." Lamento de olhos enxutos, a execução do monarca. Mas, se tivesse o dom de o ressuscitar, não o levantaria do seu túmulo. Deploro, angustioso, a morte do príncipe. E diante do cadáver dos homicidas, descubro-me, ajoelhando-me, com frémitos de terror, lágrimas de piedade, e , porque não hei-de confessa-lo? de admiração e de carinho. Mataram? é certo. Ferozes? sem duvida. Mas cruéis por amor, ferozes por bondade. Os que matam por amor, sacrificando o próprio corpo, são duros, mas são bons.Abjectos e miseráveis são os que por egoísmo e covardia, calando e cruzando os braços, deixammorrer os inocentes. São heróis os dois regicidas portugueses. Libertaram, morrendo, sacrificando-se. Idealidade, valor, desinteresse, abnegação. Heróis. Mataram um grande criminoso e o seu filho inocente. É horrível, mas para eles, na sua concepção da historia, materialista e fanática, o filho do Rei era a vergôntea da arvore, e a arvore de má sombra, queriam corta-la pelo tronco. Ideia barbara e cruel. Mas a violência desumana do acto formidável, remiram-na os algozes heróicos, lavando com o próprio sangue, o sangue inocente que verteram. mataram com atrocidade, e com atrocidade forammortos. Expiaram a dívida, purificaram o acto. E o solo assim purificadosurge-nos grande e luminoso, na essência intima. Deu-nos a paz que fugira da Pátria. Deu-nos a alegria que se evolara das almas. Libertou-nos, harmonizou e serenou. Hoje, nesta hora de liberdade e clemencia, pode dizer-se que são eles os dois regentes do Reino."


Guerra Junqueiro in " Pátria" Nova". 16-2-1908.

terça-feira, setembro 18, 2007

O Panteão Nacional e o Humanismo, por Frederico Brotas de Carvalho


Aquilino é transladado hoje para o Panteão Nacional em nome "da avaliação da sua obra literária". Não foi escrutinado por um outro critério: O valor da defesa do humanismo!

A banda da GNR interpretará , hoje, ao longo da cerimónia o Hino Nacional e ainda uma marchade Luiz de Freitas Branco. Na ocasião(1908), este artista e humanista português ficara em estado de "choque" com o regicídio, até por se convenceu que seu pai também teria sido morto.

De facto a família real não foi apenas seriamente afectada com a morte do pai e do filho mais velho.
Foi também condenada à morte por uma irmandade que integrava Aquilino. Buiça e Costa mortos, não foram acompanhados, na mesma irmandade, por uma confissão do escritor. Pelo contrario, a sua vida ,nas décadas que se seguiram, tomaria uma via de muito maiores comodidades e aburguesamentos.

41 anos antes, em 10 de Junho de 1867, Vitor Hugo escrevia a propósito da abolição da pena de morte, a Eduardo Coelho, director do diário de Noticias: " ...Felicito o vosso parlamento, os vossos pensadores, os vossos escritores e os vossos filósofos. Portugal dá o exemplo à Europa. Desfruta de antemão essa imensa gloria. A Europa imitará Portugal. Morte à Morte! Guerra à Guerra! A liberdade é uma cidade imensa da qual somos todos cidadãos. aperto-vos a mão como a meu compatriota na humanidade."

O panteão nacional está reservado a politicos artista e pensadores, tal como Hugo em Paris, que comunguem dos valores do humanismo em toda a sua vida.

Resta esclarecer se durante a primeira parte da vida em que se declarava germanófilo, presumo proprussiano, Aquilino também pugnava pelos valores da democracia humanista.

De facto é desajustado e precipitado eleger Aquilino para a transladação apenas sob o critério do valor da "Obra Literária".

Se vivemos verdadeiramente numa sociedade democrática e humanista, nunca é tarde para rever estas atitudes e faze-las reverter, com as novas informações que, agora, sob investigação mais aturada, venham à vir superficie.

terça-feira, setembro 11, 2007

PÚBLICO: Portugal pode reproduzir o lince-ibérico em cativeiro a partir de 2009



31.08.2007 - 18h59 Helena Geraldes

O primeiro centro de reprodução de Lince-ibérico (Lynx pardinus) em Portugal deverá abrir as portas no início de 2009, em Silves. A ministra espanhola do Ambiente, Cristina Narbona, e o ministro português Francisco Nunes Correia, assinaram hoje em Lisboa um acordo de cooperação, no âmbito do qual Espanha se compromete politicamente a ceder animais a Portugal.

Hoje vivem nos três centros existentes – todos em Espanha –37 linces, membros de uma espécie que, em todo o mundo, não tem mais de 150 indivíduos. Em Portugal, está “virtualmente extinta”.

O centro, a construir na Herdade das Santinhas, pode receber 16 animais. A equipa responsável pelo centro terá cerca de nove pessoas, incluindo veterinários e tratadores. Nunes Correia disse que o centro será aberto ao público.

Rodrigo Cunha Serra, coordenador do projecto, salientou que o centro vai receber linces com idades entre os seis meses e os dois anos. Os animais que serão enviados para Portugal são aqueles que nasceram em cativeiro, que foram capturados no campo enquanto juvenis ou que estão em centros de recuperação, depois de terem sido encontrados feridos. “Mas estaremos sempre dependentes da disponibilidade de linces em Espanha”, contou.

O centro, orçado em perto de quatro milhões de euros, é uma medida de compensação pela construção da barragem de Odelouca e será financiado pela empresa Águas do Algarve. Os custos estão integrados nos custos de construção da barragem. Nunes Correia salientou que “não teríamos condições para reintroduzir o lince se esta barragem não fosse feita”.

O Governo quer também recuperar os habitats para poder reintroduzir o lince em quatro sítios Rede Natura, como a serra da Malcata. Nunes Correia salientou que Portugal não quer um “jardim zoológico com linces, nem linces em gaiolas”.

Cristina Narbona considerou que este acordo “é uma aposta na vida. De todas as espécies do planeta e dos seres humanos”.

Também presente na cerimónia, o secretário de Estado espanhol para o Território e Biodiversidade, António Serrano, defendeu que “a conservação não é uma moda nem um luxo; é uma necessidade”.

Espanha tem em funcionamento três centros de reprodução e em Setembro um quarto entrará em funcionamento, na Extremadura. “O objectivo é que em 2011 consigamos reintroduzir linces no seu meio”.

Para Jorge Palmeirim, investigador da Faculdade de Ciências e uma das pessoas que lançou a primeira campanha nacional pela defesa do Lince da Malcata, no final da década de 70, este “é um passo muito importante” porque significa “um compromisso do Governo espanhol em ceder animais”. Desde a década de 50 se sabe que a população de lince-ibérico estava a diminuir. “Mas as medidas tomadas nunca tiveram a escala necessária”.

sábado, setembro 01, 2007

Barragem do Baixo Sabor

ANTÓNIO CERVEIRA PINTO - sobre a Barragem do Baixo Sabor - e o comunicado da CIP


Um comunicado indigente, em péssimo português e pior economês...
BARRAGEM DO BAIXO SABOR COMUNICADO DA CIP

[quote]A CIP APLAUDE a decisaõ de se dar um novo impulso à realização do programa de aproveitamentos hidroeléctricos. Desta forma, o Governo não só cumpre o que, em devido tempo, estabeleceu como objectivos nacionais para a promoção das energias renováveis e para o melhor aproveitamento dos recursos nacionais, como o faz no sentido certo.[/quote]

A CIP não sabe que a energia hídrica tem uma presença negligenciável no consumo total de energia em Portugal?A CIP não sabe, por outro lado, que as barragens têm servido sobretudo para a proliferação de desportos náuticos movidos a petróleo e a construção de "resorts" turísticos, que por sua vez atraem consumos energéticos intensos, produção de CO2 e metano e escandalosos gastos de água com os inevitáveis campos de "golf"?

[quote] AS vantagens desta decisão, desde sempre defendida pela CIP, já foram indicadas e são esmagadoras: · Criação de condições técnicas necessárias para o sistema eléctricoPortuguês acomodar, com segurança, os elevados níveis de potência eólica previstos para Portugal para os próximos anos, através do “armazenamento” de energia, por bombagem, dos excedentes de produção eólica nos períodos de menor consumo.[/quote]

O que esta algaraviada pretende dizer é que o génio Pimenta convenceu a CIP (não precisava!) de que manter as eólicas a trabalhar durante a noite para trazer de volta às albufeiras a água despejada durante as descargas provenientes do funcionamento das turbinas, permitirá finalmente criar uma máquina perpétua! Mas a que preço?Sabemos hoje que a retenção dos sedimentos orgânicos nas albufeiras, junto às barragens, que a EDP tem a obrigação de depositar regularmente nas embocaduras dos rios, mas não cumpre, preferindo vender a matéria orgânica e os detritos a empresasirresponsáveis, quebra o ciclo ecológico que há milhares de milhões de anos estabelece um importantíssimo regime de trocas entre a terra e o mar, sem o qual o planeta vivo que conhecemos nunca teria chegado a existir, e que, por causa desta evidente estupidez, poderá estar neste preciso momento a ser seriamente comprometido. As falésias caem por toda a costa portuguesa, em boa pare por causa destas e outras irreverências humanas.
E além do mais, se as ventoinhas não descansarem, o seu desgaste será maior e durarão menos, i.e. haverá uma maior rotação de capital fixo (investimentos mais frequentes, mais produção industrial, mais transportes, mais especulação bolsista, mais concentração,....) e mais subsídios públicos às empresas produtoras/fornecedoras de electricidade, como a EDP, a Iberdrola, a Fenosa, etc.
A CIP fez estas contas? Seria mais útil começar por aí, em vez de se apressar a emitir comunicados disléxicos, reverentes e obrigados.
[quote] · Gestão energética e hídrica do Rio Douro em situações extremas de seca e melhor utilização da potência hidroeléctrica instalada a jusante deste Rio.[/quote]

O que é uma gestão enérgica e hídrica do rio Douro?! Onde fica a potência hidroeléctrica a jusante do rio Douro?! Na Bemposta? No Picote? Em Miranda do Douro? No Pocinho? No Carrapatelo? Em Crestuma? No Torrão? Em Viseu? No Douro internacional?
Tencionam a CIP, a EDP, a SOMAGUE (hoje maioritariamente espanhola) e a Teixeira Duarte promover a retenção generalizada das águas nas albufeiras (através do mecanismo de reversão das descargas) nas 43 barragens da bacia do Douro? Só em algumas? Quais? Porquê? Têm números sobre o assunto? Sabem do que falam?

[quote] · Redução da dependência externa induzida pelas centrais de ciclo combinado a gás natural.[/quote]

Mas o assunto deste comunicado não são as barragens e em particular a barragem destinada a destruir o rio Sabor?

[quote] · A contribuição para o cumprimento das metas de emissão de CO2 a que o País se comprometeu.[/quote]

Esta frase é o fruto de uma mistificação completa dos dados sobre as causas da elevada intensidade energética da nossa economia, dos elevadíssimos níveis de ineficiência energética e dos escandalosos níveis de produção de CO2. Infelizmente, a grave situação em que o país se encontra é uma consequência directa no analfabetismo endémico da CIP e dos seus associados. Digo infelizmente, porque um mal destes não se cura de um dia para o outro. A não ser que a Europa eficienteentre por aqui adentro mais depressa que o esperado...

[quote]A CIP realça os efeitos multiplicadores para a Indústria e para a economia que resultarão da realização deste programa e que excedem, em muito, a melhoria do perfil energético e da segurança do abastecimento de electricidade.[/quote]

Algaraviada sem nexo!

[quote] A construção de vários aproveitamentos hidroeléctricos em prazo próximo será levada a cabo com uma grande incorporação nacional, quer em projectos, quer em realização de obras, potenciando o emprego e, sobretudo, a tão desejável oferta em áreas especializadas.[/quote]
Onde está o famoso efeito reprodutivo do Alqueva? Não continua o Alentejo às moscas? Não chegaram à conclusão que o melhor, agora, é vender as margens da albufeira ao mercado imobiliário, para projectos turísticos, mais campos de golfe, mais motas de água, ao mesmo tempo que se vão vendendo as herdades às empresas espanholas para queelas expandam os seus agressivos negócios agro-industriais e agro-energéticos? Já viram uma imagem de satélite de Almeria? Então vejam!!

[quote] A CIP acompanha com interesse e empenho o esforço na criação de novos clusters, de que é exemplo a nova fileira das energias renováveis mas, recorda que, para as barragens, o know-how e a capacidade de realização já existem e são internacionalmente reconhecidos como competitivos.[/quote]

Balelas! Para já, as renováveis só estão a ser encaradas pelo lado do lucro fácil das empresas e dos interesses económicos que vêem neste "cluster" mais uma oportunidade se continuarem a viver à conta de subsídios e oligopólios protegidos pelo Estado, através dos partidos do Bloco Central e seus esporádicos acólitos.

[quote] A realização deste programa terá como efeito a recuperação da actividade no sector da construção e obras públicas, e, também, um incremento dos sectores eléctrico e metalomecânico de alta tecnologia, quer para fabricos e equipamentos, quer quanto às actividades de instalação e montagem.[/quote]

Voltamos ao caso do Alqueva... Provem o que dizem. Falem-nos do Alqueva!!
[quote] Serão igualmente de referir os efeitos positivos, quer na dinamização dos serviços que acompanham sempre estas realizações, quer na criação de emprego local estável e de qualidade.
[/quote]

Sabe a CIP quantas pessoas são precisas para a manutenção local de uma barragem/central eléctrica? Nunca passearam pelas barragens de Portugal? Vêem por lá muitos trabalhadores, vêem?

[quote] A dinamização da actividade destes sectores vitais da economia portuguesa e os efeitos positivos óbvios no emprego por ela induzidos serão um passo firme no sentido da retoma económica.[/quote]

Enviar comunicados vazios de conteúdo não custa nada. Mas é uma pena quando o seu autor é a organização que representa a indústria portuguesa. Na realidade, não passa do acto falhado de uma entidade virtual.

[quote] Por estas razões, a CIP saúda este passo no sentido do pleno aproveitamento das capacidades e do conhecimento já existentes no País e, mais uma vez, insiste com o Governo para que prossiga nos rumos agora traçados dentro dos calendários previstos, e sem hesitações.[/quote]
O modelo económico que comanda a política portuguesa chegou a um beco sem saída. O betão está pela hora da morte e pouco haverá a fazer neste domínio daqui para o futuro. Mas isto não significa que não haja coisas muito importantes por fazer. Pelo contrário! Basta pensar nas oportunidades económicas associadas à mudança do paradigma energético e industrial na era pós-carbónica.
Precisamos de fazer uma travagem de emergência à escala mundial. Isso significará menos consumo de petróleo e de gás natural, menos emissões, cidades mais eficientes, maior segurança alimentar, maior sustentabilidade e autonomia dos sectores produtivos, mudança drástica de comportamentos económicos, sociais e culturais, muito maior solidariedade e activismo cívico... e um Estado bem mais esclarecido einterveniente.
Como se vê, não faltam oportunidades!