sexta-feira, maio 02, 2008
terça-feira, junho 05, 2007
SomosPortugueses lança Projecto de Resolução
No seguimento da sua actividade como think tank, o Somos Portugueses irá periodicamente preparar, debater e publicar resoluções direccionadas a dossiers/temas, gerais ou específicos, que a seu ver necessitam de atenção e intervenção. Nestes documentos são identificados problemas e enumeradas soluções, tentando que estas sejam concisas, objectivas e exequíveis.
Na sua fase de preparação, os projectos de resolução estarão acessíveis neste portal antes de serem debatidos pelo think tank. Neste período, convidamos os nossos leitores a fazerem as suas sugestões quanto a alterações, utilizando o seguinte formulário: clique aqui.
Agradecemos desde já o seu interesse e agradecemos a sua participação.
O primeiro projecto de resolução já está disponível:
Ordenamento do Território: A Região Metropolitana de Lisboa
segunda-feira, maio 21, 2007
Carmona Rodrigues Apresenta Hoje o Livro «O Erro da Ota»
«O que está em jogo exige começar por “sentir o território”; tentar perceber a geografia da região metropolitana de Lisboa; quais as potencialidades dos grandes estuários e a ligação dos corredores do Tejo e Sado; as vulnerabilidades da expansão a Norte do Tejo; a abrangência e as ameaças ambientais ao aquífero da península de Setúbal; a rede de ligações mar e terra, os portos e o transporte ferroviário e rodoviário.»
quarta-feira, maio 16, 2007
A Recriação da Natureza: Entrevista com Ribeiro Telles

Convido a todos os nossos leitores a ler a entrevista dada pelo Arq. Ribeiro Telles ao Portal do Jardim:
«À margem do Congresso "Jardins do Mundo" que se realizou no Funchal nos passados dias 9-12 de Maio de 2007, o Portal do Jardim foi conversar com o Arquitecto Paisagista Gonçalo Ribeiro Telles. Uma personalidade incontornável do mundo do Jardim, dedicou toda uma vida à defesa dos valores da Terra e do Ambiente. Recebeu, no âmbito também deste congresso, uma merecida homenagem que partilhou com o filósofo Eduardo Lourenço.»
Ler texto completo.
sábado, maio 05, 2007
Poetas na Surrealidade em Estremoz
Mais pormenores sobre o lançamento desta obra coordenada por Nicolau Saião, podem ser encontrados aqui.Com uma cidade assim, tinham que ser surrealistas!
terça-feira, março 27, 2007
Montijo apresenta vantagens , por Arqº Luís Gonçalves
Base Aérea n.º 6 vista do Lavradio Foto de FBC
quinta-feira, março 08, 2007
A 3ª Travessia emPonte-Túnel? Por Frederico Carvalho

Se a obra fosse feita totalmente sob a água talvez ficasse inviável pelo alto custo; se continuasse como ponte, teria que ser feita como a ponte Rio-Niterói, bem elevada para o tráfego dos navios, o que elevaria astronomicamente os custos.
A solução foi fazer esta auto-estrada, parte como ponte (com o menor custo possível) e parte como túnel (submerso).
Além de ficar diferente, ficou com um excelente visual.
A imagem vale mais que mil palavras.
A ponte localiza-se entre a Suécia e a Dinamarca.
A foto foi tirada do lado da Suécia.
A ponte (ou túnel) segue sob a água para não atrapalhar a movimentação dos navios.
quarta-feira, março 07, 2007
A PONTE DO BARREIRO, por António Brotas
Promovido pelas suas Secções de Transportes e de Ordenamento do Território. realizou-se ontem, na Sociedade de Geografia de Lisboa, um encontro em que a Secretária de Estado dos Transportes Eng. Ana Vitorino e o Eng. Arménio Matias, fundador e antigo Presidente da ADFER, debateram a problemática da travessia do Tejo pelos comboios TGV, por uma ponte das Olaias ao Barreiro, ou por um tunel na direcção do Montijo.
Deste debate, que terá de ser continuado num âmbito mais vasto, que inclua a problemática de toda a rede ferroviária e a localização do novo aeroporto de Lisboa, e das intervenções que se seguiram, retenho, neste momento, a importante chamada de atenção do Comandante Joaquim Ferreira da Silva para o facto da ponte para o Barreiro dificultar extraordinariamente, e nalguns casos impedir, a atracagem de grandes navios no cais de Alcântara, fundamental para o Turismo em Lisboa.
Com efeito, estes navios, quando atracam neste cais, ou quando dele partem para sair do Tejo, para inverterem o sentido da marcha, dão uma volta por um trajecto que fica inviabilizado com a ponte prevista para o Barreiro. Este facto, sobre o qual devem ser ouvidos os pilotos da barra, não terá sido considerado nos estudos até agora feitos, em que parece só ter sido prevista a influência da ponte sobre a navegação ribeirinha entre as duas margens do Tejo. A possibilidade de fundear grandes navios no Tejo fica, também, muito diminuida.
Foi também chamada a atenção para o facto da ponte prevista para o Barreiro prejudicar significativamente a utilização do Aeroporto do Montijo e inviabilizar a eventual futura utilização do estuário do Tejo para a amaragem de hidroaviões, que poderão de novo vir a ser utilizados.
Texto do Prof. António Brotas, Físico e Catedrático do IST, e ex-secretário de Estado da Educação Superior
7 de Março de 2007
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
"Fim da Fronteira" e "Litoralização": o problema português

(Mapa Extraído de: www.qca.pt
Cooperação transfronteiriça)
SUMÁRIO : Promover o "fim da fronteira" como promoção do interior é incompatível com a "litoralização exclusiva" que é "o fim do país interior". Esta é uma maneira de ver o problema do ordenamento português
O processo transfronteiriço entre Portugal e Espanha começou pela multiplicação das interacções entre os dois lados. Evoluiu do aproveitamento unilateral e dos Fundos Comunitários disponíveis para a permeabilização da fronteira e, depois, para alguma gestão conjunta das intervenções.
Este “fim da fronteira” beneficiou mais as cidades médias espanholas próximas da fronteira dotadas de um maior potencial interactivo, do que cidades médias portuguesas das áreas fronteiriças. Assim se passou na fronteira do Minho (Vigo/Pontevedra em relação a Viana do Castelo ou Braga), em Trás-os-Montes
(Ourense e Chaves, Zamora/Léon e Bragança), na Beira (Salamanca em relação à Guarda e àCovilhã, e Plasência e Cáceres para Castelo Branco), no Alentejo (Cáceres e Portalegre) e no Algarve (Huelva e Sevilha em relação ao “grande Faro”).
Contudo, o incremento das trocas comerciais, da expansão do turismo e da cooperação técnica, científica e cultural no lado português melhorou as ligações entre pólos dos níveis mais baixos da rede de povoamento: pequenas cidades, vilas e aldeias que se aproximaram pela novas acessibilidades (rodovias e atravessamentos da fronteira).
Sucede que este processo é interceptado pela "litoralização. A intensa e desordenada ocupação do litoral - em indústrias, serviços e populações - criou pressões e alterações significativas que não estão articuladas ao nível nacional.
O CAUSAS voltará a este dilema que será tratado no 4º Encontro em Março
sexta-feira, fevereiro 09, 2007
Bitola Europeia, por Rui Rodrigues

A compatibilização de políticas ferroviárias entre Portugal e Espanha é essencial.
· Os 2 países possuem uma bitola diferente da europeia e necessitam, o mais breve possível, de possuir uma rede em bitola standard, por forma a que os comboios possam circular livremente de Portugal para a Europa.
· O projecto avança em Espanha, a ritmo acelerado, o que lhe permite construir, entre 2007 a 2010, uma nova rede de 7200 Km de ferrovia para Velocidade Elevada (VE) Vmáx 250 Km/h e Alta Velocidade (AV) Vmáx 350 Km/h, em perfil misto, para passageiros e mercadorias, com cargas até 17 ton/eixo nas linhas de AV, ligada à Europa por 3 conexões: por Irun, Canfranc e Figueras.
· Madrid será, em breve, o centro de uma rede radial que a ligará a todas as suas capitais regionais.
O grande objectivo estratégico para a futura rede ferroviária portuguesa, que terá, como centro, a cidade de Lisboa, é o de se ligar ao restante território nacional, aos nossos 3 aeroportos internacionais, aos principais portos e estar coordenada com a futura rede espanhola, por forma a melhorar as ligações de Portugal ao resto da Europa.
Assegurar-se-iam, para o transporte de mercadorias, ligações do território e portos à rede europeia, em bitola (distância entre carris) standard, com velocidades médias de 100 km/h, o que viabilizaria entregas de material a 2000 Km em 20 Horas e, para passageiros, ligações de Lisboa ao Porto em cerca de 1,5 Horas e ambas a Madrid em menos de 3 horas.
Nestas condições, a rede ferroviária seria concorrente com o automóvel, pois a construção de uma linha férrea só se justifica se for competitiva com os outros modos de transporte.
Não se pode, assim, dissociar a nova Rede de Alta Velocidade da construção de um novo aeroporto. Acontece que, nos Países onde se efectuaram planeamentos cuidados, desenhou-se primeiro uma rede ferroviária que servisse o melhor possível as populações e, só depois, foi escolhida a localização mais apropriada para um novo aeroporto que coexistisse com a primeira. Em Portugal, os responsáveis projectaram exactamente ao contrário, escolheram o local para um novo aeroporto para depois se desenhar uma rede de AV condicionada àquela localização. Foi por esse facto, por se tentar adequar o desenho da nova rede ferroviária de AV a uma escolha errada, na nossa opinião, que não houve acordo entre Espanha e Portugal, na Cimeira de Valência.
Mais elementos em MAQUINISTAS
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
quarta-feira, fevereiro 07, 2007
Não sejamos OTÁRIOS

Rui Rodrigues escreve regularmente no jornal PUBLICO na rubrica Cargas e Transports que agora aparece on -line
O Blogue das Causas considera urgente esta questão que envolve todo o PNPOT!
Aeroporto da OTA - Posição Pública da Associação Comercial do Porto
Para a ACP, a decisão de construir a Ota é prejudicial para o interesse nacional. O projecto não secoaduna com o modelo de desenvolvimento desejável para o século XXI, não se adequa aos constrangimentos das nossas contas públicas, é uma opção errada do ponto vista da logística.
CONSTRUÇÃO DA OTA OU FALÊNCIA DA TAP
Governo tem duas opções a tomar: ou constrói o aeroporto da Ota e leva a TAP à falência, arrastando 10 mil pessoas para o desemprego, ou cria um aeroporto para as Low Cost e mantém a TAP na Portela dando-lhe, assim, vantagens competitivas.
SISTEMA INTEGRADO DE TRANSPORTES
Será viável o aeroporto da Ota? Um trabalho sobreo possível sistema de transportes português que permitiria ter por objectivo a ligação dos sectores produtivos, entre si, aos grandes centros de consumo e uma eficaz acessibilidade a todo o território.
terça-feira, janeiro 30, 2007
Gonçalo Ribeiro Telles ou a Lisboa que deveríamos ter

| LISBOA Numa velha lenda nórdica, um cavaleiro pede a um espelho mágico que lhe mostre a mais bela cidade da Europa. E o espelho apresenta aos seus olhos assombrados a vista de Lisboa, a Grande, como antigamente lhe chamavam. |
Escuta-se as preocupações dos candidatos com o trânsito, a habitação, a segurança e não se acredita: são respostas rotineiras, sem chama nem garra, um playback de quem não sente porque não sabe ou porque está agarrado a meia dúzia de obras feitas. Ao ouvirem políticos tão diferentes....com propostas tão iguais...os lisboetas sabem que mereciam melhor. Mas...existe melhor ?
Gonçalo Ribeiro Telles sabe que sim.... e sabe que muita coisa está errada em Lisboa.
Os candidatos discutem Lisboa, mas Lisboa isolada não existe. O que existe é a Área Metropolitana de Lisboa com cerca de 3 milhões de pessoas em 19 concelhos a norte e a sul do Tejo.
Quem abandonou o casco da cidade e foi viver para a periferia de Oeiras, Sintra e Queluz, e agora Alcochete ou Montijo, sente o crescimento caótico e maciço dos subúrbios que alastram como uma mancha de óleo, subvertendo os valores patrimoniais, as concepções arquitectónicas do edifícios e paisagem, a circulação da água, os solos de valor ecológico.
Destas grandes questões, os candidatos a autarcas só retêm a “espuma dos dias”.
Os autarcas perceberam que espaços verdes é uma “coisa boa”. E vá de plantar relvados e canteiros de flores, nas áreas livres que restam do traçado das rodovias e dos loteamentos. Mas não se preocupam que estes “oásis de vegetação” tenham manutenção difícil e cara, com alto gasto energético em água de rega, e sem capacidade de produção de frescos. Numa palavra, estes “parques urbanos” não contrabalançam os efeitos ambientais adversos da “floresta de betão”.
Os políticos municipais perceberam que o trânsito é um problema. Inventaram os piolhos verdes da EMEL que mordiscam, inventaram mal organizados dias sem carros, e inventarão entradas alternativas na cidade para as matrículas par e ímpar. Só não se lembram que 47% dos trabalhadores em Lisboa vêm da restante Área Metropolitana.
Os aspirantes a autarcas perceberam que a segurança é um tema quente. Mas desde o delírio securitário de “em cada esquina um polícia” até à proposta e câmaras de televisão em circuito fechado (Londres possui um milhão de câmaras Big Brother) permanecem presos à miopia de evitar o mal maior. Não conseguem pensar no bem comum que consiste em devolver os habitantes à cidade, sem os exportar para a periferia suburbana, para gaiolas de dez andares, em transportes de hora e meia. È aqui que as forças especulativas da actividade imobiliária dão as mãos aos promotores do acesso automóvel. E o sonho português do carrinho e da casinha vira pesadelo das filas do IC19 e da selva de betão.
Defende-se que só a construção de lotes de edifícios de grande altura e volumetria é rentável, deixando os espaços verdes e outros equipamentos para áreas residuais. Mas, insiste Ribeiro Telles, como ficou demonstrado em estudos realizados em toda a Europa, a partir do quarto piso dos edifícios até ao décimo aumenta toda uma série de crimes e vandalismos. Cuidado com o 4º andar!!!!
O alastramento do betão e do asfalto está a provocar o “caos” ecológico e ambiental e a “instabilidade” física que contribuem para mudanças climatéricas. Caso prosseguir toda a construção autorizada pelos 19 PDM’s da AML, passaremos para o clima semi-desértico. Teremos diminuição da precipitação ao longo do ano com concentração de chuvas no Inverno; ondas de mais calor no Verão; impermeabilização de grandes áreas de solo, tendo como consequência as inundações.
O abate sucessivo de montados e matas na AML diminui as massas vegetais que permitem a retenção de CO2 fazendo aumentar as emissões de gases com efeito de estufa. Por outro lado, a expansão urbana para as periferias obriga a deslocações e gastos consumistas, aumentando a produção de CO2.
As contas do consumo exorbitante de energia estão feitas pela DGE. De 264,6 milhões de contos em 1998 passou-se para 729,3 milhões de contos em 2000, a fim de pagar a importação de carvão, petróleo, gás e electricidade! Mais de dez milhões de euros por dia.
No Gabinete do Plano Verde, na Rua do Comércio, é possível sonhar com Ribeiro Telles o que deveria ser a Lisboa do séc. XXI: uma cidade-região onde alternam as zonas construídas com os espaços verdes. A cidade e o seu envolvimento agrícola surgem como uma unidade de planeamento, duas componentes do “sistema humano” que tem como sustentáculo o território. Em vez da “simplificação” comprometedora que inviabiliza um desenvolvimento sustentável a longo prazo, visiona-se a “osmose” entre a natureza viva e o artificialismo das instalações humanas.
Para que o sonho se torne realidade, é urgente a criação de uma Autarquia Metropolitana, ou região-piloto, que promova o planeamento integrado da cidade-região de Lisboa. Os limites administrativos dos 19 concelhos na AML pouco têm a ver com a realidade física e social, e o simples somatório dos respectivos PDM’s não cria uma política eficaz de ordenamento do território.
Tanto como de avenidas, ruas e edifícios, a cidade-região precisa de uma nova estrutura ecológica. Precisa de linhas de água com margens adaptadas à variação dos caudais. Precisa do contacto com a natureza e de uma rede de recreio com espaços e percursos próprios. Precisa que os espaços verdes surjam nas áreas mais aptas para o efeito, como sejam as do sistema húmido e dos cabeços, e não nos restos da urbanização.
A selva de betão urbanístico reduziu a 1% dos activos os agricultores na AML. Mas nos EUA, a produção de alimentos frescos e saudáveis nas zonas das grandes cidades atinge já 25% da produção total desse ramo. A agricultura nas áreas metropolitanas é a actividade urbana mais importante para o século XXI, segundo o Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas – Habitat II. Nos países ricos, para criar um meio equilibrado, mais saudável e com mais qualidade de vida. No terceiro mundo, para combater a fome e a pobreza. Lisboa, por agora, ainda não pertence ao terceiro mundo.
É por tudo isto que, após escutar Ribeiro Telles, os debates na corrida para a autarquia lisboeta se parecem com um voo sobre um ninho de cucos. Cucos num espaço verde, plantado à beira de um prédio com 10 andares nos subúrbios, regado com água de Castelo do Bode, e onde se amontoam os pneus velhos que a lixeira por construir não pôde acolher...naturalmente!
MCH, Eunotícias, 2 de Novembro de 2001
segunda-feira, janeiro 22, 2007
Transgénicos.............!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Enviado pela patricia.rosa
Contacte a patricia.rosa@netcabo.pt
Durante a manhã da próxima quarta-feira, 24 de
Janeiro, vai ser votado na Comissão de
Agricultura do Parlamento Europeu o relatório
sobre biotecnologia e transgénicos "Perspectivas
e desafios para a agricultura na Europa" que
essencialmente propõe que a União Europeia abrace sem restrições a engenharia genética e as suas
aplicações alimentares. Se pretender ler o documento, ele está disponível em:
http://stopogm.net/?q=node/143
Mas se prefere...
... que a agricultura seja mais sustentável,
... que o ambiente seja mais protegido,
... que os consumidores continuem a ter escolha,
então veja abaixo como fazer valer a sua opinião!
O QUE PODE (E DEVE!) FAZER:
1. Mande um email ou um fax aos dois
eurodeputados portugueses da Comissão de
Agricultura (Duarte Freitas e Capoulas Santos).
Estes eurodeputados precisam de ser convencidos a
chumbar o relatório (a eurodeputada Ilda
Figueiredo também faz parte da Comissão mas já
indicou que irá votar contra o documento). Mais
abaixo pode encontrar um email modelo pode usar
directamente ou alterar à vontade. Mas atenção:
tudo tem de ser enviado até ao final do dia 23 de
Janeiro!
Os seus contactos são:
Duarte Freitas (PSD)
Email: duarte.freitas@europarl.europa.eu
Fax: 0032 228 49790
Capoulas Santos (PS)
Email: lmcapoulassantos@europarl.eu.int
Fax: 0032 228 49991
2. Peça a três amigos para fazerem o mesmo e
depois distribua esta mensagem por pessoas que
possam estar interessadas.
3. Esteja atento - logo que a informação esteja
disponível divulgaremos (no nosso site e não só)
como é que votaram os eurodeputados em causa.
Para mais informações, contacte a Plataforma Transgénicos Fora do Prato:
email - info@stopogm.net
fax - 22 975 9592
Se isto não é o gado....!
A produção pecuária constitui uma aposta forte da CL - efectivo bovino de 3.650 animais, dos quais 1.530 são vacas reprodutoras. As raças autóctones Preta e Mertolenga constituem a base genética deste efectivo, sendo cruzadas com touros reprodutores das raças Limousine e Charolesa. Este efectivo cumpre uma transumância, passando a primavera e o verão na lezíria, e refugiando-se na charneca quando as águas outonais tornam a lezíria impraticável. A Coudelaria tem 134 cavalos de raça Pura Lusitana, dos quais 29 são éguas de ventre e três são garanhões. Os poldros de três anos, desbastados, constituem o principal produto vendido.
sexta-feira, janeiro 12, 2007

Terminou a consulta pública, a 15 de Janeiro de 2007, do projecto de Programa de Desenvolvimento Rural do Continente, para 2007-2013 (310 pág.), com as medidas que deverão apoiar a evolução do sector.
Para além do plano está também online a versão preliminar da sua "Avaliação ambiental estratégica" e os correspondentes "Resumo não técnico" e Anexos.
Para mais informações consulte o Portal do Governo.



