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quinta-feira, janeiro 31, 2008

segunda-feira, agosto 20, 2007

domingo, agosto 19, 2007

Portugal e o seu Futuro, por João Mattos e Silva

Portugal e o seu Futuro
João Mattos e Silva* (Ago-2007)
É quase impossível, para quem não se limita a ser português por determinismo geográfico, não comentar as declarações do escritor e Prémio Nobel José Saramago, de que Portugal haverá de integrar-se politicamente em Espanha, constituindo um grande país ibérico. Saramago não será o único a pensá-lo, mas foi dos poucos a dizê-lo alto e bom som. Não sei se ele é iberista, à moda do século XIX. Calculo que não está a pensar numa Europa federal, dominada por uma perspectiva liberal, ele que é militante do PCP que é ferozmente contra a UE e marxista-leninista. Como sei que não estará a pugnar por uma grande monarquia ibérica em que as nacionalidades estejam unidas sob a Coroa dos Bórbons.
Saramago estará, vendo de Espanha, a constatar uma realidade, que é a de que o país vizinho, pela pujança da sua economia vai a pouco e pouco dominando o mercado português em muitos sectores e que a economia é determinante nas escolhas políticas. Esta a sua constatação pragmática. Porque a sua utopia está expressa há muitos anos num romance: a península ibérica separando-se da Europa, revolucionária, comunista.
A indignação que dominou algumas boas almas, incluindo comentadores habituais da nossa comunicação social, deveria centrar-se menos no escritor e mais nas razões, que ele não enunciou, que levam a que muitas pessoas – segundo uma sondagem, 25% de portugueses – vejam numa integração num estado peninsular uma solução para a aparente falta de solução de Portugal. Razões que são sobretudo económicas mas também políticas.
Se é verdade que a questão das nacionalidades tem vindo a crescer em algumas regiões espanholas, que os povos que se não revêem no predomínio da velha Castela vão acentuando esse sentimento na manifestação das diferenças históricas e culturais, desde logo pelo uso ostensivo da língua na sua comunicação, é também verdade que o que constitui um fortíssimo elemento agregador é a Coroa. Por isso os independentistas se proclamam republicanos e rejeitam a Monarquia espanhola.
O poder agregador da Monarquia – não foi por acaso, mas por um acto de inteligência, que o PSOE desde sempre republicano e o PCE aceitaram e apoiaram a monarquia como factor de fortalecimento do Estado, depois do franquismo – é um facto e o fascínio pela dinastia uma realidade que funciona como uma força centrípeta. Quer se queira ou não, a Monarquia é uma das principais forças de atracção e de afirmação interna e externa da Espanha moderna. Os espanhóis sabem-no e os portugueses, mesmo se não o dizem, também sabem.
Ao olharmos para esses sinais de iberismo, que não são ainda de alarme, seria bom determo-nos em todos os aspectos que o motivam. Os mais objectivos e os mais subjectivos, os mais visíveis e os mais ocultos. Sabem-no os monárquicos que o Rei garante melhor a independência externa da Nação e do Estado – porque é a presença do passado que se projecta no futuro – do que um Presidente que é apenas, por escassos anos, um pedaço do presente e pode ser, como já foi entre nós, um federalista, ou poderá mesmo ser um iberista. Aos que querem preservar a independência de Portugal dentro do quadro Europeu convido a que meditem também na forma do regime, de forma desapaixonada. Porque o País é mais importante do que qualquer preconceito, como o caso espanhol é demonstrativo

quarta-feira, maio 09, 2007

Uma Carta para o arraial do barrete frígio , Manuerl Alves

Sob o título "Aos Republicanos", o historiador João Medina publicou hoje no Jornal de Letras, uma Carta que julgo deve merecer a atenção de todos os que, como eu, entendem que a Instituição Real é a que melhor pode servir na Suprema Magistratura de um Estado verdadeiramente republicano e português.
Pedindo perdão aos seus "compatriotas de barrete frígio", João Medina vem dizer "com franqueza e sem quaisquer intuitos de desafio ou provocação, a dois anos do centenário da data da implantação da I República", "em termos simples, cordatos e benévolos": "… não creio que valha a pena preparar, oficialmente, ou mesmo em meios académicos, a celebração dum mau defunto que foi esse regime de década e meia de vigência atarantada, e que, bem feitas as contas, teve nada menos do que 47 governos que a desgovernaram por trancos e barrancos (...) de atribuladíssima e caótica duração, com muitas bernardas castrenses de permeio, sedições várias, tumultos constantes e quase sempre mais ou menos sangrentos, de atropelos à legalidade e ditaduras disfarçadas ou às escancaras, sem falar da Ditadura das Urnas, com o 'partido democrático' do dr. Afonso Costa (aquele homem de Direito que foi uma vez ao Porto, em 1902, com uma soqueira, para agredir à traição o Sampaio Bruno), mais uma participação em tudo funesta e catastrófica nos conflitos europeu e africano, e, por fim, uma degola que nos privou da Liberdade, com certa lógica fatal depois de tanta bagunça, desassossego, insensatez política e falta de implementação mínima dum regime sério de Cidadania, Educação generalizada ou Progresso material, porquanto nem se educou o povo, nem se fez de cada português um cidadão livre, nem se melhorou a vida dos portugueses".
A concluir, João Medina lança aos correligionários algumas perguntas: "Em 2010 vamos, em suma, celebrar o quê? O começo dum erro imenso e desastroso para o país que somos? A nova versão da comédia offenbaquiana da monarquia constitucional, agora em versão sanguinolenta? (...) Não seria melhor, em vez de celebrarmos o 5 de Outubro, rezarmos-lhe um responso (laico) pela pobre alma penada que ele foi? Antes isso do que comemorar uma República sem republicanos, como a nossa é."
Fazemos nossas as palavras citadas do seu balanço da I República, mas acrescentamos ao desalento das suas interrogações finais: se o que é nefasto não se celebra, pode no entanto ser comemorado com a História diante dos olhos, como aliás o historiador, o ensaísta, e Professor Catedrático da Faculdade de Letras de Lisboa, acaba de fazer nos trechos que escolhi desta Carta. Como deixou escrito D. Jerónimo Osório, nas vésperas do nefasto 1580, "A História é proveitosa para adquirir prudência, poderosa para despertar virtudes, saudável para sanear as feridas da República".

sexta-feira, março 23, 2007

Visite o Site Oficial do Forum da Democracia Real




www.forum-democracia-real.org

Site Oficial do Fórum da Democracia Real...

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VIVA O REI !!!

segunda-feira, março 19, 2007

Magazine Grande Informação

e Informação

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Silêncio e isenção, Por Nuno Pombo

Silêncio e isenção
Nuno Pombo * (Mar-2007)


O instável equilíbrio entre silêncio e isenção é seguramente uma das muitas dificuldades com que se debatem os presidentes da república. E talvez a mais relevante.

(...) Vieram-me estas ideias a propósito da posição adoptada pelo presidente da república no último referendo. Os seus adversários, ainda na campanha eleitoral, procuraram expor o que consideravam ser uma fragilidade, e o candidato, com a abnegação que se lhe conhece, furtou-se a revelar o que pensava sobre o assunto. Já presidente, manteve fidelidade, não porventura aos seus princípios, mas ao silêncio que tornou possível a sua eleição. Esperar-se-ia, penso eu, bem mais do que nada do chefe do Estado. Em questões estranhas ao governo, em assuntos de consciência, como se repetiu abundantemente, um silêncio como o que ouvimos abre espaço a um tremendo vazio que me leva a reflectir sobre a própria desnecessidade deste tipo de funcionalismo público, sobretudo em época de constrangimentos orçamentais. Silêncio tão mais inexplicável quanto é sabido que neste sensível tema de consciência o primeiro-ministro e muitos dos seus mais exaltados acólitos não primaram pela abstenção.

A Instituição Real, por se encontrar ancorada numa legitimidade própria, solta dos espartilhos castradores da partidocracia, permite que a voz do chefe do Estado seja ouvida por todos com a autoridade que resulta da sua condição e da sua missão. O Rei respira liberdade e, só por isso, qualificaria a nossa democracia. Sem o perigo de se afundar na inevitável desconfiança que mina as relações entre os servos do clientelismo partidário e os súbditos da coisa pública, em prejuízo da Nação. De todos nós.

sexta-feira, março 02, 2007

sábado, fevereiro 03, 2007

www.regicidio.org

O Centenário do Regicídio tem já website, com inauguração prevista para 2 de Abril. O site irá servir de Ponto de Encontro e Centro de Informação para todos quantos desejam associar-se às homenagens do dia 1 de Fevereiro de 2008.
O site irá publicar actualizações com regularidade, relevantes para o público em geral, mas também para todas as Reais Associações do País.
O Link: www.regicidio.org
Guardem o site nos vossos Favoritos e divulguem-no. Os preparativos para o Centenário começam agora, com um ano the antecedência!

O website deve-se a Luís Guerreiro! PArabéns Luís

quinta-feira, fevereiro 01, 2007

Grandes Frases sobre o Regicídio

“Como chave do sistema… o rei… é .. responsável.”
O rei e o anarquista, panfleto de 1906 trad. de António Rebordão

«Entre monárquicos e republicanos, em Portugal, não há diferença de crenças. O que há é diferença de posições.
Em 1906, João Chagas, um panfletário republicano, escrevia:

«Isto termina, fatalmente, por um crime ou por uma revolução»
Júlio de Vilhena, Conselho de Estado de 24 de Agosto de 1907, sobre o governo de João Franco, perante D. Carlos

“Que país é esse que quando matam um rei e um príncipe, a primeira medida que se toma é demitir o Ministério ?”
5 de Fevereiro de 1908 –Eduardo VII ao Marquês de Soveral

“Possa o fácil sacrifício da minha vida servir para a descoberta dos verdadeiros assassinos do rei e do Príncipe Real”
Bernardo Pinheiro, Conde de Arnoso, Câmara de Deputados, sessão de 5 de Junho de 1908

«O Ministério Amaral caiu (25 de Dezembro de 1908) porque, dispondo de todos os elementos, não quis prender os assassinos.»
Raul Brandão, Memórias (vol. l, p. 213), faz esta gravíssima acusação

«Depois de ele lá estar, não se passarão seis meses que não esteja feita a Republica»
(Afirmação dos republicanos sobre o valente transmontano (como era conhecido Teixeira de Sousa), in António Cabral, Os Culpados da Queda da Monarquia, p. 189)

“ Se isto se sabe, é a revolução”
Teixeira de Sousa, Presidente do Conselho, ao Juiz de Instrução Almeida Azevedo, depois de tomar posse em 26 de Junho de 1910.

“Os dissidentes, que para a generalidade do país são os principais responsáveis da tragédia do 1 de Fevereiro de 1908, e que, se não destruíram a monarquia, foi porque não puderam...”
(Documentos Políticos, pp. 83/84) José Luciano de Castro. 27 de Julho de 1909.

“A carabina do Buíça; mas quantos Buíças, santo Deus, não andam por aí à solta?”
Abílio Magro, Barcelos, 10 de Julho de 1910

“Só há duas pessoas em Portugal que sabem tudo, eu e outra.”
José de Alpoim, Memórias de Raul Brandão

“Isto não tem importância nenhuma”
Teixeira de Sousa, 3 de Outubro de 1910. Na antevéspera da implantação da Republica depois de o juiz de instrução criminal António Emílio de Almeida Azevedo o prevenir de que a revolução seria feita nessa noite, mostrando-1he um mapa da disposição dos revolucionários republicanos. (António Cabral, Os Culpados da Queda da Monarquia Idem, pp. 195 e 196).

“Eles já comeram muito; agora é a nossa vez”
José Barbosa para Israel Anahory, Câmara Municipal de Lisboa, 5 de Outubro de 1910

“Ao cabo de longos e porfiados esforços, os monárquicos acabam de implantar a República em Portugal”
Eduardo Schwalbach, 6 de Outubro de 1910 Gazeta de Notícias, do Rio de Janeiro

“Em plena rua, numa chacina que visava exterminar toda a família, D, Carlos pagou com a vida os crimes do seu povo”
Fialho de Almeida, Saibam quantos, Lisboa : Clássica de A.M. Teixeira, 1912 pp 112 e 113 .

quarta-feira, janeiro 31, 2007

99 anos após o Regicídio!!!




Palavras para quê? O sentimento de tristeza me invade a cada 1 de Fevereiro. E mais uma vez, enquanto Líder de uma comunidade cibernáutica de Monárquicos, reprovo totalmente actos contra a vida humana. Neste caso, contra um Rei brilhante a todos os níveis e claro um Príncipe que teria dado, sem sombra para dúvidas, um excelente Rei, como seu pai foi.

Como se dizia no passado e para obviamente os Monárquicos de hoje, ainda tem muita força:

O REI MORREU!
VIVA O REI!

Que Deus guarde as almas d´El-Rei Dom Carlos e do Príncipe Real Dom Luís Filipe.

terça-feira, janeiro 30, 2007

O 31 de Janeiro, por Henrique Barrilaro Ruas

II Legislatura - 1981-02-03

O Sr. Barrilaro Ruas (PPM): - Sr. Presidente, Srs. Deputados:
Como não lembrar que os ideólogos do 31 de Janeiro se batiam (na esteira de alguns vintistas e, sobretudo, de Félix Henriques Nogueira) pelo mais declarado liberismo?
Esse liberismo, no entanto, nascia -para esses homens- da mesma fonte que o patriotismo. As reminiscências clássicas e o culto romântico pelas estruturas tradicionais levavam os investigadores da Portugália à afirmação de valores comunitários que antecediam a zona histórica em que as fronteiras se tinham fixado dentro da Península e as dinastias nacionais começaram a desempenhar o seu papel de símbolos. Assim, o patriotismo dos revolucionários do 31 de Janeiro fazia curto-circuito: porque, sobrevoando séculos e milénios, reunia num só amor essas antiquíssimas raízes e o sentido imperial da Lusitânia desembarcada em África. Não nos escandalizemos ao ver boa gente portuguesa -daquela que a história de sete ou oito séculos ensinara a ser portuguesa - estremecer de horror diante da miragem do federalismo ibérico, que fazia as delícias (e o martírio) de um Antero de Quental, de um Oliveira Martins, de um Teófilo Braga, de um Basílio Teles, de um Anselmo Braamcamp Freire.
E houve momentos em que o conflito dos dois patriotismos - o que se revia na Restauração do 1.º de Dezembro, e o que a repudiava - se tornou sangrento e fratricida. Sucessivamente, o 31 de Janeiro de 1891, o 1.º de Fevereiro de 1908 e o 5 de Outubro e 1910 provaram a força das ideias e que essas ideias, quando se transformam em ideologias, são inimigas das pátrias e dos homens.

1º Conde de Arnoso - o "Conde da lápide"




Bernardo Pinheiro Correia de Melo, que nasceu em Guimarães a 27 de Maio de 1855 e morreu no solar de Pindela (Concelho de Vila Nova de Famalicão) a 21 de Maio de 1911, filho secundogénito do segundo casamento do 1º Visconde de Pindela.
Fidalgo da Casa Real, fez o curso liceal com distinção e seguiu a carreira militar como oficial de Engenharia, onde atingiu o posto de General.
Foi oficial às ordens do Rei D. Luís e, depois, secretário particular de D. Carlos, de quem foi amigo dedicadíssimo. Homem de finíssimo trato, tendo aprendido o culto das belas-artes no convívio paterno, dedicou alguns dos seus ócios à literatura, tendo publicado vários trabalhos. Era amigo de Eça de Queirós.
A sua intimidade com D. Carlos ajudou que as suas tendências para as manifestações do espírito se desenvolvessem, e amigo fidelíssimo do Rei, foi o seu companheiro dedicado durante todo o reinado.
Acompanhou D. Carlos nas suas viagens a Inglaterra, em Janeiro de 1901, quando dos funerais da Rainha Vitória, e na visita à Madeira e Açores. Fez parte da comitiva do Príncipe D. Luís Filipe nas festas da coroação de Eduardo VII.
Sofreu rudíssimo golpe ao ver o monarca assassinado com seu filho, o Príncipe Herdeiro. Tendo assento na Câmara dos Pares, a sua voz ergueu-se insistentemente pedindo que não se detivessem as investigações acerca do regicídio. Parecia um eco aquela dedicação que os jornais republicanos fustigavam, sobretudo depois do deu requerimento para ser colocado um padrão na arcada do Terreiro do Paço, fronteiro ao local do regicídio. Alcunharam-no de “Conde da Lápide”. O seu sofrimento era visível a todos os olhares; cortara relações com toda a gente que de perto ou de longe, tivesse combatido o Rei. Não sossegava e, não podendo vingar a morte do que fora o seu grande amigo, caiu no máximo desespero, que não o largou até à morte. O seu nome ficou na sociedade portuguesa como um exemplo de carácter, de fidelidade, de reconhecimento e de afecto.

***
Em 2006, por iniciativa da Real Associação de Lisboa, em memória do Senhor Conde de Arnoso, foi inaugurada no 1º de Fevereiro, passados 98 anos do Regicídio, a tão desejada lápide para lembrar aos Portugueses que naquele local, morreram um Grande Rei e um Promissor Príncipe Herdeiro. O facto, deve-se à insistência e ao trabalho dedicado da Comissão presidida pelo Dr. Ricardo de Abranches, que após autorização da Câmara Municipal de Lisboa, meteu mãos à obra e nesse fim de tarde do dia 1 de Fevereiro, foi finalmente inaugurada a tão desejada lápide. O Dr. Ricardo Abranches referiu na altura da inauguração da lápide, a memória do Conde de Arnoso, e referiu como um “grande Português, patriota e fiel a Sua Majestade Fidelíssima El-Rei Dom Carlos I de Portugal”.

quinta-feira, janeiro 25, 2007

A Monarquia imprime verticalidade à República


A Monarquia imprime verticalidade à República, ou seja, dá-lhe um sentido ascendente, culminando na figura Real - que é exemplo de isenção e de excelência.

Ora se a Monarquia é um elemento de verticalidade, então é sem dúvida algo transversal, podendo cada grupo, seja ele político, económico ou social depreender quais as vantagens para si próprio de um tal sistema existir em Portugal. Todos os grupos, excepto claro os republicanos acérrimos, que não quiserem aceitar este sistema, mais por teimosia ou comodismo do que por falta de compreensão das suas vantagens.

Quanto a mudanças de fundo no funcionamento e organização do País: eu costumava ser da opinião de que apenas propondo uma mudança drástica é que o povo reconheceria a Monarquia como alternativa merecedora. No entanto, parecece-me hoje que as mudanças que são necessárias fazer não podem ser nem instantâneas nem apressadas. Tenho a certeza porém de que tais alterações não são viáveis no regime actual e que a Monarquia se apresenta como único ambiente onde tais mudanças podem ter lugar.

Concluíndo, a República decai a olhos vistos; a Monarquia não resolve coisa alguma senão o facto de inverter a tendência - sendo assim um factor, indirecto, de regeneração de Portugal. Neste momento da vida nacional, esta inversão de tendência é, a meu ver, aquilo por que temos de lutar com todo o empenho.

quarta-feira, janeiro 24, 2007

"Política " de Aristóteles

«O Rei, ao assumir-se como guardião, pretende defender de toda e qualquer injustiça os que possuem riqueza e evitar que o povo sofra qualquer ultraje. A tirania, tal como referido por diversas vezes, não visa propriamente o bem comum, mas tão só o proveito pessoal. Enquanto a meta do tirano é o prazer, a do Rei é o bem. Por essa razão se explica, por um lado, que o tirano ambicione a riqueza, contrariamente ao Rei que prefere a honra, e, por outro, que a guarda real seja constituída por cidadãos, enquanto a do tirano é formada por mercenários estrangeiros.
É evidente, por conseguinte, que a tirania incorre nos defeitos inerentes à democracia e à oligarquia.»
CONTINUA…

Gosto desta estampa... Digam porquê...!

quarta-feira, janeiro 17, 2007

In English, please...


Para seguir eventos de D. Duarte e D. Isabel em língua inglesa, o melhor é seguir a Elsa no The Royal Forums. Superactual e com uma linguagem e apreciação fantásticas

terça-feira, janeiro 16, 2007

1 DE FEVEREIRO DE 2007


No dia 1 DE FEVEREIRO DE 2007, será evocado o 99º Aniversário do REGICÍDIO que vitimou D. Carlos I e D. Luiz Filipe.

A Real Associação de Lisboa promove naquele dia, uma CONCENTRAÇÃO no Terreiro do Paço, junto à placa Evocativa do Regicídio em Lisboa, às 17:00 horas.

Será evocada a memória de um Grande Português, o Conde de Arnoso.

domingo, janeiro 14, 2007

Blog da Democracia Real


Ontem já o tinha anunciado, mas foi apagado o post, as razões eu conheço-as, mas eu insisto na promoção de um blog feito por mim que acho que é sempre útil e não espalha energias, muito antes pelo contrário. É blog sobre Reflexões relativamente à Democracia Real e que convido todos a participarem.

O Endereço é: http://democracia-real.blogspot.com/

sábado, janeiro 13, 2007

Bodas de Caná



Aquando do casamento de D. Duarte e D. Isabel em 1995, a noiva ofereceu o seu ramo de flores á Padroeira de Portugal. São estes pequenos gestos que fazem a diferença e mostram como a família real portuguesa é "bigger than life" e como representam o melhor que há em nós.
Em comentário à actualidade, Caná é hoje a cidadezinha de Qunah, que esteve na actualidade em Julho uqnado, por engano,. o Exército israelitea bombardeou civis quando perseguia o Hezballah.