Mostrar mensagens com a etiqueta Causa da Transparência. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Causa da Transparência. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, setembro 26, 2007

The Economist: Google - A superpotência da Internet enfrenta desafios


Num artigo publicado na sua edição de 30 de Agosto de 2007, a revista The Economist faz uma análise bastante lúcida sobre a Google, enquanto empresa, e sobre os seus cada vez mais necessários serviços e produtos.

Trata-se de uma empresa que viu as suas acções altamente valorizadas em bolsa, tento tido capacidade de comprar cada vez mais empresas e, portanto, conhecimento e soluções sem ter que as desenvolver de raiz. Isto permitiu que o seu leque de serviços, grátis aliás, se tornassem cada vez mais utilizados. Os pontos positivos destas funcionalidades são conhecidos de todos e cada vez mais explorados por empresas, particulares, universidades e centros de conhecimento.

Porém, a revista The Economist alerta para o facto de que esta empresa se tem tornado, literalmente, num banco. Não num banco no sentido financeiro (embora movimente milhões), mas sim num banco de informação, de índole pessoal, comercial, etc...

O slogan inicial da empresa era «don't be evil». No entanto e à medida que a empresa fica exposta a riscos e possíveis crises no mercado de capitais, o autor do artigo preocupa-se com a sua fidelidade a este slogan inicial, denotando o risco que poderia advir para o mundo inteiro de uma possível mudança de tom na actuação da Google, uma verdadeira superpotência a quem praticamente todos estamos ligados.

Leia o artigo aqui: http://www.economist.com/opinion/displayStory.cfm?Story_ID=9725272

sexta-feira, novembro 03, 2006

Pela transparência





Contribuir para o aumento da consciência cívica dos portugueses; Promover uma cultura de cidadania responsável e exigente; Alertar para os efeitos nocivos da corrupção; Veicular situações de falta de transparência.


"Há quatro ou cinco anos no Brasil, mais concretamente no Rio de Janeiro, deparava-se com uma grande profusão de autocolantes com “disque denúncia” e um número de telefone, muitos nos transportes públicos, que apelavam à denúncia de situações ligadas ao mundo de droga, para permitir às autoridades actuação sobre os traficantes.Recentemente no programa de televisão dos EUA (difundido em Portugal na SIC mulher) a apresentadora Oprah ofereceu 100.000 US dólares a quem contribua de forma evidente para a localização de pedófilos fugidos à justiça (leia-se denuncie), tendo já conseguido resultados positivos.Por cá, no Continente português, parece caminhar-se nesta linha embora de forma ainda não declaradamente assumida!Vejam-se exemplos:- A cooperação das empresas na investigação de práticas concertadas pela Autoridade da Concorrência, leia-se denúncia, que poderá levar à redução de penas e/ou coimas àquelas empresas. Ver Economia pág. 8, semanário Expresso de 09SET2006;- A carta anónima de 2003, leia-se denúncia, que levou (ainda bem) à investigação sobre os processos de aquisição de material de guerra pela Marinha. Ver pág. 72, semanário SOL de 07OUT2006;- Nalguns casos, substituindo-se à falta de (ou deficiente) fiscalização pelas entidades competentes (e ao facilitismo dos clientes), caso da actuação, leia-se denúncia, da DECO após a avaliação efectuada aos “Centros de inspecção periódica de automóveis”, perante a ineficácia de alguns daqueles Centros. Ver revista PROTESTE 272, de SET2006."