sexta-feira, março 09, 2007

Workshop: "What is Deliberation? Theory and Operationalization"

Numa organização conjunta do Departamento de Sociologia do ISCTE e do CIES-ISCTE, realizar-se-á no próximo dia 13 de Março, no ISCTE, um workshop a com o Professor Jürg Steiner (universidades de Berna e North Carolina), especialista em questões da deliberação democrática.
13 de Março (Terça-feira - 15.00-18.00)
Sala C103 – Ed. II (ISCTE)
Workshop: "What is Deliberation? Theory and Operationalization"
Realizado no âmbito do projecto de investigação do CIES-ISCTE: “Participação e Deliberação Democráticas: Instituições de Mediação Sociopolítica (partidos e associações), Mudanças Ideológicas e Comportamentos Políticos” (http://www.cies.iscte.pt/projectos/ficha.jsp?pkid=243)

quinta-feira, março 08, 2007

A MARINHA MERCANTE EM 1953

Estatísticas da Marinha de Comércio relativas a 1953, segundo uma notícia difundida pela agência noticiosa "Lusitania" em Maio de 1953 e publicada nos jornais da época:

CURSO DA ESCOLA NÁUTICA
No último ano concluiram o curso da Escola Náutica, 35 Pilotos, 46 Maquinistas, 5 Radiotelegrafistas e 8 Comissários. Frequentaram o Curso Complementar, com aprovação, 28 Capitães, 14 Maquinistas e 23 Radiotelegrafistas .
Na Escola de Marinheiros e Mecanicos da Marinha Mercante, em Caxias, terminaram o curso 14 alunos de Marinharia, 10 Ajudantes de Motorista e 6 Electricistas.
Em 1 de Janeiro de 1953 a nossa Marinha de Comércio dispunha de 220 navios, com 574.699 TDW e 5.735 tripulantes embarcados, distribuidos por 77 empresas armadoras.
Na época vivia-se a segunda fase de realização da reconstrução da frota de comércio - o Despacho 100 - com diversos navios importantes em construção, com destaque para os paquetes SANTA MARIA, UIGE, RITA MARIA e NIASSA. É caso par dizer no que toca à Marinha Mercante e aos Navios, "Foram-se os Navios..., ficaram as recordações...
Recolha histórica e comentário de L. M. Correia. Postal do paquete INDIA de 1952 editado pela CNN - 8 Março 2007

A 3ª Travessia emPonte-Túnel? Por Frederico Carvalho


Se a obra fosse feita totalmente sob a água talvez ficasse inviável pelo alto custo; se continuasse como ponte, teria que ser feita como a ponte Rio-Niterói, bem elevada para o tráfego dos navios, o que elevaria astronomicamente os custos.
A solução foi fazer esta auto-estrada, parte como ponte (com o menor custo possível) e parte como túnel (submerso).
Além de ficar diferente, ficou com um excelente visual.
A imagem vale mais que mil palavras.
A ponte localiza-se entre a Suécia e a Dinamarca.
A foto foi tirada do lado da Suécia.
A ponte (ou túnel) segue sob a água para não atrapalhar a movimentação dos navios.

quarta-feira, março 07, 2007

A PONTE DO BARREIRO, por António Brotas

A PONTE DO BARREIRO E A NAVEGAÇÃO DOS GRANDES NAVIOS NO TEJO

Promovido pelas suas Secções de Transportes e de Ordenamento do Território. realizou-se ontem, na Sociedade de Geografia de Lisboa, um encontro em que a Secretária de Estado dos Transportes Eng. Ana Vitorino e o Eng. Arménio Matias, fundador e antigo Presidente da ADFER, debateram a problemática da travessia do Tejo pelos comboios TGV, por uma ponte das Olaias ao Barreiro, ou por um tunel na direcção do Montijo.

Deste debate, que terá de ser continuado num âmbito mais vasto, que inclua a problemática de toda a rede ferroviária e a localização do novo aeroporto de Lisboa, e das intervenções que se seguiram, retenho, neste momento, a importante chamada de atenção do Comandante Joaquim Ferreira da Silva para o facto da ponte para o Barreiro dificultar extraordinariamente, e nalguns casos impedir, a atracagem de grandes navios no cais de Alcântara, fundamental para o Turismo em Lisboa.

Com efeito, estes navios, quando atracam neste cais, ou quando dele partem para sair do Tejo, para inverterem o sentido da marcha, dão uma volta por um trajecto que fica inviabilizado com a ponte prevista para o Barreiro. Este facto, sobre o qual devem ser ouvidos os pilotos da barra, não terá sido considerado nos estudos até agora feitos, em que parece só ter sido prevista a influência da ponte sobre a navegação ribeirinha entre as duas margens do Tejo. A possibilidade de fundear grandes navios no Tejo fica, também, muito diminuida.

Foi também chamada a atenção para o facto da ponte prevista para o Barreiro prejudicar significativamente a utilização do Aeroporto do Montijo e inviabilizar a eventual futura utilização do estuário do Tejo para a amaragem de hidroaviões, que poderão de novo vir a ser utilizados.

Texto do Prof. António Brotas, Físico e Catedrático do IST, e ex-secretário de Estado da Educação Superior
7 de Março de 2007

segunda-feira, março 05, 2007

Programa de Bolsas do American Club of Lisbon

Todos os anos, o American Club of Lisbon, em parceria com a Fundação Luso-Americana, a Fundação Portugal Telecom e a Continental Airlines atribuem duas bolsas de estudos a jovens portugueses, para poderem completar um projecto nos Estados Unidos, por um período de até três semanas, em áreas sempre diversas.
Em 2007, as áreas escolhidas foram:
- Novas tecnologias e aplicações das telecomunicações;
- Computação Ubíqua;
- Jornalismo inovador em todos os média;
- Resolução de conflitos através da mediação;
- Integração de medicinas alopáticas e orientais;
- Aplicações práticas inovadoras da Física Quântica.
Consultar www.americancluboflisbon.com

domingo, março 04, 2007

Encontrado Governo Ideal?

1º Ministro - D. João II
M. Finanças - Salazar
M. Defesa - Afonso Henriques
M. Obras Públicas - Marques de Pombal
M. Interior - A. Cunhal
M. Cultura - F. Pessoa
M. Educação - Camões
M. Transportes - Vasco da Gama
M. Justiça - Aristides Sousa Mendes
M. Negócios Estrangeiros - Infante D. Henrique
(Foto e Texto de Luís Miguel Correia)

DEUS ME FAÇA FELIZ,: nome pintado na proa de embarcação de pesca costeira registada no porto do Funchal. Testemunhos do imaginário popular na cultura marítima contemporânea. Cultura de pescadores marinheiros, para quem o mar manifesta pão, dor, esperança, de acordo com circunstâncias várias próprias de quem vive o oceano toda a vida.
Cultura popular importante no desenho da história marítima portuguesa, conjugada no passado e no presente; contributo necessário para a conjugar também no futuro. Porque o futuro do Mar Português se faz com gente, a nossa gente, assim haja muitos inspirados a olhar o mar, a fazer navios, a explorar esse mar pintado de negócios marítimos que nos escapam por manifesta falta de interesse e por ignorância das suas potencialidades.

Paisagem Global ou Desertificação?

Na segunda das conferências sobre OS PROBLEMAS DE LISBOA, organizadas por Pedro Quartin Graça, o Arqº Ribeiro Teles falou dos problemas que cercam Lisboa.

A esse propósito, traçou um panorama do “desordenamento” português e de como não podia estar pior encaminhado o relacionamento entre os campos e as cidades.

Lisboa está ameaçada de se tornar uma cidade do terceiro mundo se mantiver o actual ritmo de construção desenfreado em que as cidades ficam dependentes do exterior para a alimentação quotidiana das suas populações; no caso de Lisboa, das cadeias de importação de produtos alimentares, centradas em Madrid. Os mapas da GEOTI mostram que a área de urbanização já construída e a construir aprovada nos PDM’s em todo o país coincide em grande parte com as terras de melhor qualidade.

O campo sofre de uma série de erros acumulados; a agro-indústria utiliza mal os sistemas de rega sem ligar à importância da adubagem orgânica; a proliferação da floresta de monocultura específica – eucaliptos ou pinheiros – desertifica aldeias do interior; a população envelhecida do campo não é substituída, deixando vender ao desbarato terrenos e até muros de pedra; a REN e a RAN estão a ser destruídas para edificar ao sabor de interesses locais;

Apoiado nos exemplos de países como a Holanda Alemanha e Estados Unidos, e que resultam da Carta de Atenas, Ribeiro Teles falou de como o mais esclarecido planeamento urbano e rural exige uma visão de Paisagem Global de continuidades entre o campo e a cidade. Enquanto a Paisagem Global não orientar trazida para descongestionar as cidades e aumentar a fixação nas povoações do interior o país continuará a desertificar o interior e a acumular numa faixa urbana litoral todos os erros para os quais conhecemos os remédios mas que o regime de decisão não permite corrigir.

O Arqº respondeu a numerosas perguntas sobre o que sucederia a Lisboa, em caso de catástrofe que impediria a entrada de produtos alimentares; da desarticulação entre esferas de decisão local e nacional; de errado entendimento dos corredores verdes, etc.

sábado, março 03, 2007

ECO - OCES


O Conhecimento, considerado em termos genéricos, esteve sempre associado à evolução das sociedades humanas. Nos dias de hoje, consideram-se sobretudo os conhecimentos de base científica e tecnológica como factores de desenvolvimento e crescimento económico. Atribui-se assim, relevância ao poder inovador das actividades de Ciência e Tecnologia, mas abre-se simultaneamente espaço para questionamentos sobre a responsabilidade da Ciência e da Tecnologia que reflectem a sua duplicidade no seio das sociedades contemporâneas, e na evolução ambiental, social e económica das mesmas, ou seja:
• Por um lado, discute-se a influência do desenvolvimento das ciências e das tecnologias na degradação das condições de sustentabilidade e de preservação da vida e do planeta;
• Por outro lado, procuram-se na inovação, no conhecimento científico e tecnológico e na qualificação os meios para a promoção do equilíbrio ecológico e o desenvolvimento sustentável.

Neste contexto, e dando cumprimento à sua missão, de promover a difusão da informação cientifica e técnica, o OCES criou no seu Site, o ECO-OCES, um espaço dedicado à difusão de informação actualizada sobre os contributos científicos e técnicos em torno das condições de sustentabilidade da sociedade. Procura-se assim dar um modesto contributo para a promoção do desenvolvimento sustentável das sociedades humanas e do meio biofísico que as acolhe.

http://www.oces.mctes.pt/index.php?id_categoria=29&id_item=160010

sexta-feira, março 02, 2007

Inauguração de novos sites para Breve!!!!



Se pagam abortos, que paguem nascimentos


Relembrar agora os argumentos dos defensores do Sim e do Não no referendo do passado dia 11 de Fevereiro, seria necessariamente tarefa cansativa e fastidiosa.

Está no entanto instalada a confusão. Por um lado tivemos as afirmações de responsáveis governamentais e parlamentares ao longo da campanha, nas quais e de forma inequívoca se mostraram defensores da criação das ditas comissões de aconselhamento caso o Sim saísse vencedor no referendo.

Por outro lado, assistimos às afirmações do líder do grupo parlamentar dr. Alberto Martins, que se manifestou contra tais comissões de aconselhamento em dessintonia completa com o senhor Primeiro Ministro que afirmou tal como o senhor Presidente da República o havia já feito, que os bons exemplos dos países mais desenvolvidos da Europa deveriam ser tidos em conta.

A Assembleia extraordinária da Conferência Episcopal Portugues, em Fátima, disse bem "há uma resposta urgente a dar ao aborto: criar ou reforçar estruturas de apoio eficaz e amigo às mulheres a braços com uma maternidade não desejada e que consideram impossível levá-la até ao seu termo. Estudos recentes mostram que a maior parte das mulheres nessas circunstância, se fossem ajudadas não recorriam ao aborto. É um dever de toda a sociedade criar essas estruturas de apoio"

Aguarda-se também que seja feita justiça àquelas mulheres que assumindo a responsabilidade da maternidade, da renovação da sociedade, da construção de um mundo rejuvenescido, lhes sejam concedidos apoios materiais de valor não inferior ao custo que o Estado irá suportar com aquelas outras mulheres que optam pelo aborto. É uma obrigação. É um dever de justiça.É que todos nós cidadãos somos grandes devedores às mães e às famílias que asseguram a continuidade da nossa sociedade. Foi esse o passo recente das autoridades alemãs ao reconhecerem a vital importância do aumento das taxas de natalidade concedendo para o efeito às famílias um subsídio extra de 25 000€ por cada nascimento.

Por António Monteiro de Castro

quinta-feira, março 01, 2007

Bolsa Fundação Luso-Americana / Fulbright para Doutoramentos




Objectivo:Doutoramentos em universidades nos EUA.
Áreas de estudo: Todas as áreas.
Requisitos:- Licenciatura terminada antes de concorrer à bolsa (média igual ou superior a 14, preferencialmente). O grau de Licenciatura deverá corresponder a um programa com a duração de 4 ou mais anos. Aos estudantes que tenham frequentado uma Licenciatura com 3 anos de duração, é exigido o grau de Mestrado como habilitação mínima.- Bons conhecimentos de Inglês.
Processo de selecção:- Apreciação curricular e dos objectivos de estudo.- Avaliação do nível de conhecimentos de Inglês.- Entrevista.
Benefícios: - Financiamento até ao máximo de USD $25,000 (vinte e cinco mil dólares) para o 1º ano de estudos. No 2º e/ou 3º anos, o bolseiro pode candidatar-se a um financiamento extraordinário adicional até ao montante total máximo de USD $12,000 (doze mil dólares). - Organização e administração dos processos de candidatura às universidades americanas. - Seguro de saúde e acidentes durante o período da bolsa. - Possibilidade de acesso à linha de crédito Fulbright/Santander Totta para financiamento de custos relacionados com o programa a desenvolver nos EUA.
Condições da bolsa:- Durante o 1º ano a bolsa não é acumulável com a bolsa da Fundação para a Ciência e Tecnologia nem com a bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian.

Condições de candidatura:
Só são considerados elegíveis os candidatos que:
- Possuam nacionalidade portuguesa. Os candidatos que não possuam nacionalidade portuguesa devem contactar a Comissão Fulbright do seu país de nacionalidade (lista disponível em http://exchanges.state.gov/education/fulbright/list.htm). Caso não exista Comissão Fulbright no seu país de nacionalidade, deverão contactar a Embaixada dos EUA nesse país, referindo-se ao Programa Fulbright. - Não tenham beneficiado anteriormente de uma bolsa do Programa Fulbright. - Não estejam a residir nos EUA à data do concurso.- Não tenham residido nos EUA durante um período igual ou superior a 5 anos, nos 6 anos anteriores à data do concurso.- Não possuam dupla nacionalidade, portuguesa e norte-americana.- Não possuam autorização de residência (green card) nos EUA.- Não possuam visto que lhes permita residir nos EUA, entre a altura do concurso à bolsa e o início da mesma.

Candidaturas: Até 31 de Março de 2007, submetidas online.

Como concorrer:
O concurso inicia-se a 1 de Fevereiro e termina no último dia útil do mês de Março de 2007.
As candidaturas são submetidas online através do site https://apply.embark.com/student/fulbright/international/. Este site dá acesso ao formulário de candidatura do Institute of International Education (IIE), uma agência não governamental que colabora com as Comissões Fulbright na administração destas bolsas. Neste site, na área das perguntas preliminares, os candidatos devem escolher o programa Fulbright Foreign Student.

Os candidatos devem ainda ler e aceitar o Regulamento da Bolsa FLAD/Fulbright para Doutoramentos. Este regulamento deve ser enviado à Comissão Fulbright com as páginas 1 a 6 rubricadas e página 7 preenchida e assinada..

Portugal e a futura Política Marítima Europeia


















(Fotografia de Luís Miguel Correia)
Realiza-se amanhã, dia 2-Mar-2007, no Auditório Municipal Charlot (!!!!!!!!!!), em Setúbal, uma conferência sobre «Estratégia Oceânica». Será o «Debate sobre o Livro Verde: Uma futura política marítima europeia». É a segunda de uma série organizadas pelos deputados ao Parlamento Europeu Joel Hasse Ferreira e Jamila Madeira, (PS) que se realizam ao longo da costa portuguesa para promover a Consulta Pública lançada pela Comissão Europeia sobre o "Livro Verde" e que termina já em Junho de 2007. A Conferência integra as perspectivas portuária, turística, dos transportes marítimos e ambiental, além do debate global de uma estratégia europeia para os oceanos. esatará presente Tiago Pita Cunha, do Gabinete do Comissário Europeu Jen Borg, e principal redactor da Estratégia Portuguesa para os Oceanos.

Para saber mais
http://atlanticoazul.blogspot.com/
http://lmcshipsandthesea.blogspot.com/

quarta-feira, fevereiro 28, 2007

Portugueses orgulham-se do país


Os portugueses são, entre os povos europeus, aqueles que mais orgulho sentem do seu país e da sua nacionalidade.

Segundo um estudo do International Social Survey Program, apresentado esta quarta-feira no Instituto de Ciências Sociais de Lisboa (ICS), factores como a língua, os antepassados, a religião e a cidadania definem o que é ser-se português e determinam o orgulho nacional.

«Os portugueses dão importância a um grande número de factores como, por exemplo, sentir-se português e saber falar a língua portuguesa», explica ao PortugalDiário José Sobral do ICS.

Contudo, o orgulho nacional português é ambíguo. Se em certas questões, como resultados desportivos, qualidade dos artistas e escritores e história portuguesa, os portugueses evidenciam um índice de orgulho nacional superior à média europeia, noutras áreas, os índices de orgulho nacional situam-se abaixo da média europeia, como é o caso do funcionamento da democracia, da economia e da segurança social.

O estudo mostra ainda que os portugueses são extremamente nacionalistas, visto que quando lhes é perguntado se apoiam o país mesmo quando este tomou uma posição errada, a maioria respondeu que sim.

Ficção Juvenil de Qualidade de Mafalda Moutinho


A quem quiser oferecer livros de qualidade para miúdos, (ou lê-los depois de oferecidos) recomendo a colecção Os Primos.
No Enigma do Castelo Templário, a terceira aventura, os primos descobrem uma passagem secreta que os leva ao altar de uma igreja, por trás do qual se esconde uma biblioteca com manuscritos da enigmática família Vaz e dos cavaleiros da Ordem do Templo.
Na aldeia de Castelo Novo, os mistérios não tardam a aparecer: inexplicáveis acidentes, aldeões assustados que abandonam as minas de volfrâmio, terramotos, incêndios, estranhas lendas e a maldição do foral.
A autora - Mafalda Moutinho - vai buscar ao terreno as ideias: o frasco de Beladona e o enigmático símbolo da Eremita no boticário... a Nossa Senhora da Penha).

terça-feira, fevereiro 27, 2007

No comments


Saudamos D. Manuel Clemente (ao centro) novo Bispo do Porto


Só é pena pois poderia ser o próximo Reitor da Católica...!

Ribeiro Telles


CONFERÊNCIAS-DEBATE "OS PROBLEMAS DE LISBOA"
Nesta 5ª feira, dia 1 de Março pelas 21.30h será a vez do Prof. Arq. Gonçalo Ribeiro Telles intervir no Ciclo de Conferências que estão a ser organizados pelo CHRIS e que são coordenados pelo Deputado à Assembleia da República Pedro Quartin Graça.
Todos os leitores deste Blog estão desde já convidados a nela participar. Entrada livre no Café Nicola (Rossio).

sábado, fevereiro 24, 2007

Cinco milhões podem tornar-se portugueses


Cinco milhões de netos de emigrantes podem tornar-se portugueses

Um dos conselheiros das comunidades portuguesas no Brasil estimou ... que perto de cinco milhões de netos de emigrantes portugueses residentes naquele país podem vir adquirir a nacionalidade portuguesa no âmbito da nova lei.

A Lei da Nacionalidade aprovada quinta-feira no Parlamento vai permitir que os netos de portugueses nascidos no estrangeiro possam adquirir a nacionalidade portuguesa, um privilégio que se destina essencialmente aos descendentes de emigrantes que vivem no Brasil e em outros países da América Latina, onde a emigração é mais antiga.

António de Almeida e Silva, ex-presidente do Conselho Permanente daquele órgão de consulta do Governo, disse à Agência Lusa que podem beneficiar da nova lei perto de cinco milhões de netos de emigrantes. Vivem no Brasil cerca de 800 mil portugueses, o que significa que "a quantidade de netos é imensa", congratulando-se com a aprovação da medida que permite dar a nacionalidade portuguesa à terceira geração.

A medida também foi aplaudida junto dos cerca de 400 mil portugueses que vivem na Venezuela, pois vai "favorecer os emigrantes, em particular as novas gerações", disse à Agência Lusa o presidente do Centro Português de Caracas, André Pita. Para José Luís Ferreira, presidente da Câmara de Comércio e Turismo Luso-Venezuelana, a nova lei "é importante para a comunidade e uma forma de aproximar os luso-descendentes da terceira geração a Portugal e fazê-los sentir portugueses".

Os cerca de 12 mil emigrantes que vivem na Argentina também acolheram com agrado a nova lei, já que, segundo António Antunes Canas, conselheiro das comunidades naquele país, vai permitir que o número de portugueses aumente, embora não consiga precisar o número. A anterior lei apenas permitia aos filhos dos emigrantes o direito à nacionalidade.