quinta-feira, novembro 30, 2006

Central ou periférico?

PORTUGAL É PERIFÉRICO NA EUROPA.. POIS É!




















MAS PORTUGAL È CENTRAL NO ATLÂNTICO.. AH POIS!
















OBRIGADO , VASCO MANTAS!

3 comentários:

conjurado disse...

O Professor Adriano Moreira, há muito que defende esta teoria ou seja, que Portugal não é um país periférico, ao contrário do que para aí se vai dizendo.

garina do mar disse...

É.. uma teoria que foi muito bem aproveitada no relatório da Comissão Estratégica para os Oceanos e esquecida naquilo a que chamaram "estratégia nacional para o mar".

E cito um dos raciocínios que serviram de base à identificação de uma visão e de uma missão para Portugal:

"o reconhecimento da nossa maritimidade oferece múltiplos benefícios à afirmação da imagem de um país moderno. Desde logo, porque esse reconhecimento implica um poderoso reposicionamento estratégico e psicológico que não deixará de causar impacto. Significa que em vez de permanecermos obcecados com a distância geográfica que nos separa do centro da Europa e com a nossa
inerente perifericidade, procuraremos beneficiar do facto de Portugal ser um país-fronteira
da União Europeia e, assim, tirar partido da menor distância que nos liga aos continentes americano e africano."

Ora na tal "estratégia", não se pode deixar de reparar no significado redutor do nome que lhe deram. Enquanto que a Estratégia de Desenvolvimento Sustentável fala na importância dos Oceanos, tal como a Estratégia de Lisboa, esta fala em Mar! Quando aprendi geografia os mares eram assim umas coisas mais pequenas, mais confinadas. É isso que faz esta "estratégia", confina Portugal ao "seu" mar. Vê pequenino. Quando uma estratégia tem que ver em grande, ver mais longe, alargar os horizontes!!! E é isso que Portugal tem que fazer, e que provavelmente quer fazer mas que estas visões pequeninas não deixam.

vm disse...

Tenho apenas pena que essa mensagem não tenha ainda passado para a maioria dos portugueses. É preciso mostrar as vantagens do Atlântico e até do Brasil como espaços para uma potencial afirmação de Portugal no mundo.