sexta-feira, dezembro 29, 2006

Atarturk e Portugal

Atarturk descende de judeus portugueses? Por Inacio Steinhardt
Veja no DUAS CIDADES

E finalmente...

A CAUSA DO AMOR!...
PARA QUE TENHAMOS SEMPRE O CORAÇÃO QUENTINHO!
(Fotografia de Sailor Girl)

Foi publicada hoje a Lei n.º 53-A/2006, que aprova o Orçamento do Estado para 2007, visualizável AQUI. Contém disposições importantes para a Causa da Poupança e para a Causa da Solidariedade (através de incentivos à Poupança e ao Mecenato). Destaco o aditamento, ao Estatuto dos Benefícios Fiscais, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 215/89, de 1 de Julho, de um novo capítulo X, sob a epígrafe «Benefícios relativos ao mecenato», que integra os artigos 56.º-C, 56.º-D, 56.º-E, 56.º-F, 56.º-G e 56.º-H, igualmente aditados, com a redacção em comentário a este post.

CONSELHO: Prepare o seu Orçamento pessoal para 2007, para não ser apanhado desprevenido. Evite situações de endividamento e lembre-se que o pior está para vir. Cancele os seus cartões de crédito e tente manter aberta apenas uma conta bancária e em apenas uma instituição de crédito.

quinta-feira, dezembro 28, 2006

A Tasquinha recomendada


Um forum com notícias fora do "mainstream" mas sempre com interesse


«Acordo Ortográfico faz 16 anos sem entrar em vigor! Segunda-feira, Dezembro 18, 2006

O Acordo Ortográfico foi assinado no meio de controvérsia faz hoje 16 anos, com o objectivo de unificar a escrita da língua portuguesa, mas ainda não entrou em vigor e não se sabe quando entrará O texto assinado a 16 de Dezembro de 1990, com vozes do meio académico a contestarem o acordo, foi publicado em Diário da República em Agosto de 1991 com a resolução do Parlamento que o aprovou para ratificação.» ( in Tasquinha )

Vão lá tasquinhar e comentem!

E O ENDIVIDAMENTO A SUBIR...


A propósito da notícia publicada hoje no Correio da Manhã, «Prestação aumenta 319 euros», recordei-me de (afinal não tão) velhas «guerras», em que defendíamos que era preferível recuperar em vez de construir, para arrendar em vez de comprar. E de que existe TANTA CASA SEM GENTE e TANTA GENTE SEM CASA. Passo a transcrever a notícia:

«A prestação mensal do crédito à habitação de 150 mil euros, a amortizar em 25 anos, era de 704,13 euros em Dezembro do ano passado, quando a taxa euribor a seis meses estava em 2,639 por cento. Essa prestação totaliza 1023 euros desde ontem, quando a taxa euribor a seis meses, a mais utilizada nos contratos de empréstimo para compra de casa, se fixou em 3,835 por cento. Ou seja: aumento de 319 euros.

As referidas verbas têm por base as simulações da DECO PROTESTE, que, na revista ‘Dinheiro & Direitos’, publicou estudos sobre o impacto do aumento das taxas de juro no crédito à habitação. Desde Dezembro de 2005 a euribor a seis meses progrediu 45,3 por cento. Recorde-se que no primeiro trimestre deste ano, quando o Banco Central Europeu já havia iniciado o ciclo ascendente da taxa de juro directora da Eurolândia, um especialista da DECO PROTESTE aconselhou a celebração de contratos de empréstimo para compra de casa indexados à taxa de juro euribor a um ano, a qual se fixou ontem em 4,003 por cento. Não que este prazo signifique menor custo, mas permite melhor planeamento a quem já está muito endividado.

Prevê-se que a taxa de juro euribor mantenha a tendência de aumento no próximo ano, de acordo com vários economistas. O INE – Instituto Nacional de Estatística disse ontem que “a taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação se fixou, no mês passado, em 4,567 por cento, o que representa uma subida de 0,11 pontos percentuais relativamente a Outubro último”. Com a euribor a subir, os portugueses com crédito à habitação irão sofrer novos aumentos da prestação mensal a pagar ao banco. E nem o arredondamento à milésima alivia o encargo dos consumidores.

RESIDÊNCIAS - O total de crédito bancário concedido para a aquisição de residências totalizava 90,976 mil milhões de euros no mês passado. Comparando com Dezembro de 2005, o crescimento foi de 14,815 por cento.

CONSUMO - As instituições bancárias emprestaram um total de 23,143 mil milhões de euros no mês passado no âmbito do crédito ao consumo. Relativamente a Dezembro de 2005, o aumento foi de 12,54 por cento.

DÍVIDA - A média do capital em dívida, no total dos contratos de crédito habitacional, foi de 50 074 euros por contrato no mês passado. Em comparação com o mês anterior, houve uma subida de 202 euros, segundo o INE.»

quarta-feira, dezembro 27, 2006

FELIZ ANIVERSÁRIO, MCH!

segunda-feira, dezembro 25, 2006

O Roteiro da Corrupção















«Atentemos rapidamente na pirâmide kafkiana em que se (des)equilibra a política de ordenamento portuguesa para percebermos a natureza da teia burocrática em que o país está enredado. (...) Desde o Programa Nacional de Política de Ordenamento do Território (PNOT) aos planos sectoriais com incidência territorial (PSIT) e planos especiais de ordenamento do território (PEOT), passando pelos planos regionais (PROT) e terminando nos planos intermunicipais (PIOT) e planos municipais de ordenamento do território (PMOT), que, por sua vez, compreendem os planos directos municipais (PDM), os planos de urbanização (PU) e os planos de pormenor (PP), o emaranhado de orientações é tão labiríntico quanto inoperante. »
(Nuno Sousa, Público)

Mapa de Jean Rotz

Mapa de Jean Rotz, Dieppe ,conhecido como o mapa Delfim. Foi roubado da Casa da índia e é uma das provas da descoberta portuguesa da Austrália.

Muitos foram os mapas roubados da Casa da Índia no séc. XVI por espiões de origens diversas. Entre os franceses, salientaram-se os de Dieppe. Os marinheiros de Dieppe foram intrusos no Brasil português, e estabeleceram a colónia francesa da Guiana, na margem ocidental do Oiapoco. Outros navegadores penetraram nos Grandes Bancos de Bacalhau dos portugueses, na Terra Nova. Jean Jacques Cartier era de Dieppe e as suas viagens para St. Lawrence conduziram à fundação do Canadá francês. Parmentier e outros viajaram até Samatra.

E tal como os Portugueses de um século antes, viram que era fundamental a pesquisa sistemática, recolha e selecção de material de hidrografia e cartografia. Estabeleceram em Dieppe, um centro de pesquisa. Ali, Pierre Desceliers, «padre, matemático e cartógrafo», ensinou os mais promissores dos jovens marinheiros as artes do mar. Dos estrangeiros atraídos para a escola, veio o escocês John Rose, ou Jean Rotz. E não tinham remorsos por furtar as ideias dos outros. As informações eram roubadas nos portos estrangeiros, sobretudo Lisboa. Dieppe era o mais bem organizado centro cartográfico do mundo, com o melhor serviço de informações da sua época. E quando a Casa da Índia foi violada e os dois mais secretos de todos os mapas portugueses foram contrabandeados para fora do país, não foi surpresa descobrir que o feito fora alcançado por esta soberba organização francesa. Um era a Carta Anónima Portuguesa, hoje na Biblioteca de Wolfenbuttel, na Alemanha. O outro era um mapa da Austrália, inserido no mapa de Dieppe conhecido hoje como o mapa Delfim.

"E se mais mundo houvera..."

A formação de impérios já não está na moda e raramente se escutam argumentos sobre os «direitos da primeira descoberta». Por isso mesmo, a história da Austrália deixou de ser uma parte da história imperial britânica e está a encontrar os seus alicerces. Kenneth Gordon Mc Intyre expôs a descoberta portuguesa da Austrália num livro que merece ser mais divulgado de 1982. Sem passar pela humilhação e o desrespeito do seu antecessor Collingridge, ainda falta maior recepção em Portugal numa causa muito mais interessante e sólida do que saber se Cólon era ou não português. Os jornais, a rádio e a televisão e as Universidades australianas admitem agora e abrem as suas portas aos que se dedicam à descoberta ­Portuguesa da Austrália. Já não é antipatriótico sugerir que, afinal, foram talvez os Portugueses que descobriram a costa leste da Austrália.
(Segue mais dentro de dias…)

Como curiosiudade siga o link paea um cenário se a Austrália tivesse sido Portuguesa, no império do jardim das rosas em que surgiu no final um espinho".
The Portuguese Promise the world a rose garden in their antipodean colony, Lusitania.

domingo, dezembro 24, 2006

Grandes Batalhas de Portugal

Finalmente, a produção nacional aborda a história de África
Depois de Aljubarrota e La Lys, uma visão justa de Portugal.
Em 1970, a Guerra Colonial não dava indícios de chegar ao fim. Desde 1964 que no Norte de Moçambique, o dia-a-dia dos soldados portugueses era marcado pelas acções da guerrilha. A FRELIMO controlava o planalto dos Macondes e a partir daí os movimentos dos portugueses. O General Kaúlza de Arriaga, defensor do regime, é chamado por Marcelo Caetano para resolver a questão. Inspira-se na táctica usada pelo exército americano no Vietname, junta o Exército, a Força Aérea e a Armada e planeia a Operação Nó Górdio, a maior operação militar levada a cabo nas colónias africanas. O objectivo era eliminar as bases inimigas instaladas no planalto e estabelecer a liberdade de acção das forças portuguesas.Os meios envolvidos face aos resultados obtidos, ainda hoje são controversos…

ZÉ Abrantes, soma e segue!

Visitem o Ideias Feitas em Lugares Comuns, do Zé Abrantes. Um abraço para ele!

P. S. - A minha personagem-fetiche, o Capitão Marselha, está em tudo de acordo comigo! Por isso, aqui aparece, todo pimpão, a dar presentes a quem lhos pedir!

O Séc. XX - 1921, por Luís Aguiar Santos


ESTE ANO: A instabilidade política que atravessou o ano de 1920 continuou em 1921. A razão era muito simplesmente a desagregação do partido democrático provocada pelo fim da liderança de Afonso Costa e a entrada na cena política da guarda pretoriana da República, a G.N.R. Liberato Pinto, cujo governo caiu em Março, era quem os democráticos haviam posto à frente da Guarda. A 2 de Março, Bernardino Machado presidiu a um breve governo que acusou Pinto de concussão e a G.N.R. pressionou o seu derrube e substituição a 23 de Maio. Foi substituído por Tomé de Barros Queirós, do bloco de ex-evolucionistas e ex-unionistas denominado Partido Republicano Liberal, a quem o presidente Almeida ofereceu a dissolução do parlamento e umas eleições antecipadas. Finalmente, os adversários dos democráticos podiam preparar as eleições (de 10 de Julho) a partir do poder mas nem tudo correu bem porque os “Liberais” não estavam menos divididos que os democráticos entre aspirantes à liderança do partido. No seu interior, Queirós favorecera os ex-unionistas, o que levou a facção ex-evolucionista a dessolidarizar-se e a lançar para a frente um dos seus, António Granjo. Divididos face à máquina democrática, os “Liberais” apenas conseguiram uma maioria relativa de 79 deputados em 163 (pela oposição foram eleitos 54 democráticos, 12 reconstituintes, 5 independentes, 4 monárquicos, 3 católicos, 3 dissidentes democráticos, 2 regionalistas e 1 popular). Granjo formou governo a 30 de Julho com o apoio da ala respeitável dos democráticos, chefiada por António Maria da Silva, mas juntou contra si uma coligação temível: o bas fonds democrático, os populares, os sindicatos, os agentes entretanto despedidos da Polícia de Segurança do Estado e a G.N.R. Esta sublevou-se com a Armada, levando a cabo a “noite sangrenta” de 19 para 20 de Outubro em que Granjo (na fotografia) e outras personalidades, incluindo Machado Santos, foram assassinados. O presidente teve de convidar a formar governo a 19 de Outubro um dos revoltosos, Manuel Maria Coelho, substituído a 5 de Novembro por Carlos Maia Pinto e a 16 de Dezembro por Cunha Leal. Mas António Maria da Silva, os “Liberais” e os reconstituintes têm já o propósito de pôr fim ao reinado da G.N.R. e dos grupos armados dos partidos. Vão tentar contar com Cunha Leal para isso mas terá de ser António Maria da Silva a fazer a “limpeza” da República.BREVES: --- Patronato: A 9 e 10 de Janeiro reuniu-se o primeiro congresso da Confederação Patronal Portuguesa. É a tentativa dos empresários fazerem frente à ofensiva dos sindicatos e chamarem a atenção dos políticos. --- Comunistas: A 6 de Março é criado o Partido Comunista Português, a partir da pequena Federação Maximalista Portuguesa de admiradores da experiência soviética, que aparecera em 1919. --- Norton de Matos: Em Abril, regressa a Angola como alto-comissário o general Norton de Matos. Já fora governador entre 1912 e 1915 e ficará até 1924. Apesar da sua fama de bom administrador, agravará o caos financeiro na colónia, tendo já abandonado as ideias de promoção dos indígenas (trabalho livre e acesso à propriedade) pelo velho sonho oitocentista de uma colonização branca; por isso reprimirá os grupos de crioulos que se opõem à sua prática clientelar de favorecimento dos europeus. --- "Seara Nova": A 15 de Outubro surge uma revista com este nome cujo grupo redactorial inclui homens como Jaime Cortesão, Raul Proença, Ezequiel de Campos, Raul Brandão, José Rodrigues Miguéis e António Sérgio. São todos republicanos laicistas mas que querem a “limpeza” da República, nem que isso passe por uma ditadura. Alguns vieram da revista Renascença Portuguesa, publicada no Porto entre 1910 e 1932, que entretanto evoluíra num sentido mais “espiritualista” em torno de personalidades como Leonardo Coimbra e Teixeira de Pascoais. A nova revista é uma tentativa de um grupo de intelectuais de salvar os ideais republicanos, distinguindo-os da República que existe. Proporão muitos planos reformistas e, em face da indiferença do mundo político, começarão a descrer dos métodos do governo parlamentar. Não deixarão mesmo de apelar à necessidade de uma “boa” ditadura.

quinta-feira, dezembro 21, 2006

O Século XX, por Luís Aguiar Santos


Século XX (n.º 23): O ano de 1922

DESTAQUE: Com a travessia aérea do Atlântico Sul (Lisboa-Rio de Janeiro) a bordo do “Lusitânia”, Gago Coutinho e Sacadura Cabral (na fotografia) puderam dar aos Portugueses um certo sabor de aventura e glória. Como toda a gente estava muito necessitada dessas sensações, houve alguma tendência para o exagero, sendo o feito logo comparado aos dos navegadores do século XV.

ESTE ANO: O ritmo de crescimento da inflação atinge este ano o auge em Portugal. Desde o fim do padrão-ouro que os governos recorreram em várias ocasiões a um aumento da emissão de moeda fiduciária. Os primeiros governos da República fizeram-no, tal como os governos da última década do século XIX. Isso era uma forma do Estado poder fazer alguns pagamentos sem aumentar a tributação nem recorrer a empréstimos. O valor real da moeda, claro, degradava-se e conduzia a uma subida dos preços e do câmbio com a moeda forte da época, a libra esterlina. Tudo o que fosse importado, como grande parte do trigo consumido, ficava muito mais caro. Mas também o carvão de que dependem as máquinas a vapor e as centrais térmicas que fornecem a electricidade às empresas e aos domicílios. Ora, a partir do começo da I Grande Guerra em 1914, o recurso a esse expediente intensificou-se: o volume de moeda em circulação em valores nominais era em 1913 de 160 mil contos mas neste ano de 1922 é já de mais de um milhão e meio de contos (1.787.000 contos). Em 1928 este valor já terá duplicado, o que deixa ver que a inflação continua alta mas a um ritmo menos acelerado de crescimento. Em média, os preços são em 1922 dez vezes mais altos que em 1913, o que mostra bem a correspondência entre a emissão fiduciária e o índice de preços. Os assalariados e os dependentes de rendas – que vivem do dinheiro que recebem de outrém – são os mais sacrificados e os mais descontentes. Aquilo que recebem vale cada vez menos e os ajustes que se vão fazendo nos salários ou nas rendas, no caso de poderem ser feitos, não os protege de grandes perdas de rendimento e poder de compra. Casos paradigmáticos são os do funcionalismo público e dos oficiais do Exército. Assim, por exemplo, um segundo-oficial do funcionalismo tem em 1922 apenas 65% do poder de compra que tinha em 1914, enquanto um major tem cerca de 57%.
Desde a guerra, os governos desenvolveram ainda duas práticas de efeitos contraproducentes: o controle dos câmbios e o controle dos mercados de determinados bens essenciais. No primeiro caso, as limitações impostas inibiram mais os agentes económicos do que impediram a degradação do escudo nas operações cambiais. No segundo caso, a compra por parte do Estado de determinados bens para os revender a baixo do preço de mercado só agravou os défices das contas públicas e a consequente pressão inflacionista.

Mais dois Blogs recomendados


Sempre a Produzir
e Toda a Verdade

Com permissão de Sua Majestade....e quando os 007 eram galegos


O contributo da Maçonaria portuguesa e internacional para a concretização do projecto da República em 5 de Outubro de 1910 foi assinalado pelo livro «Com permissão de Sua Majestade, Família Real inglesa e Maçonaria na instauração da República em Portugal», da autoria de Jorge Morais, lançado em 31 de Janeiro de 2006 no Museu da República e da Resistência e apresetado por António Reis, Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, e pelo jornalista e investigador António Valdemar.

A Família Real britânica e a Maçonaria inglesa colaboraram activamente na implantação da República em Portugal, em 1910. Estas são duas das mais surpreendentes conclusões a que chegou o jornalista e investigador português Jorge Morais e que estão na base da edição do livro “Com permissão de Sua Majestade”.

Segundo o autor deste aturado e minucioso trabalho de investigação agora dado à estampa, não foi apenas a revolta militar comandada por Machado dos Santos, na Rotunda do Marquês de Pombal, apoiada pelas células carbonárias de Lisboa, que sustentaram a revolta. Para Jorge Morais, o envolvimento da Família Real britânica e a Maçonaria inglesa, agregados sob a égide de uma vasta conspiração internacional, acabaram por se revelar determinantes.

Com efeito, ao garantirem, da parte dos ingleses, o compromisso de que não levantariam um dedo para defender a Monarquia lusa os revoltosos não hesitaram em avançar e em lograr o êxito que sempre lhes havia escapado nas últimas décadas.

Os interesses internacionais, centrados no futuro da África portuguesa, e os contactos de alto nível mantidos por dignitários maçons com homens de negócios e jornalistas influentes constituíram a mola real para um golpe a que o próprio rei Jorge V e seu tio, Duque de Connaught (Grão-Mestre da maçonaria inglesa) deram o sinal verde - a Dinastia de Bragança tinha os dias contados e os republicanos tomavam o poder.

Valendo-se de uma infindável e poderosa teia de conhecimentos e cumplicidades, o Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano da altura, Sebastião de Magalhães Lima, urdiu entre Lisboa e Londres o projecto da revolta republicana que mereceu das autoridades inglesas uma sintomática “neutralidade compreensiva”.

Esta posição, expressa por escrito num memorandum a que Jorge Morais teve acesso e que traz à luz dos dias nesta obra, é a pedra de toque para as forças republicanas tocarem a reunir e lançarem-se confiadamente no processo revolucionário.

“Com permissão de Sua Majestade”, que tem a chancela da editora “Via Occidentalis”, é distribuído pela Bertrand e foi escrito por um dos mais credenciados jornalistas portugueses, traça com rigor, clareza e brilho o quadro político, nacional e internacional, em que decorreu a conspiração; comprova a ligação dos principais intervenientes à Maçonaria e ao lóbi radical europeu; e transcreve correspondência até hoje mantida em segredo nos arquivos de Lisboa e Londres.

O Breviário, por Nuno Resende

De um novo blog O Breviário, por Nuno Resende
que saudamos e recomendamos:
"Como refere, e bem, o artigo do Jornal Semanário, numa altura em que "a República, aparentemente, não consegue responder às necessidades dos cidadãos" é necessário lançar uma discussão consciente, inteligente e profunda, sobre a viabilidade da monarquia. 2010 será cedo para um referendo, mas os tempos são de exame. A República, «nova» de 100 anos, já está cansada - como se sabe não é só a democracia que é jovem em Portugal, é-o também a forma de regime republicano que viveu os primeiros 18 anos em convulsões e os 48 anos seguintes sob a forma de uma ditadura.
E, por favor, não chamem para as discussões sempre os mesmos: chega de ouvir o Fernando Rosas e o João Soares no contra e os Câmara Pereira, ou o João Braga, a favor da monarquia.Em qualquer dos casos nenhuma das personagens abona a favor de qualquer dos regimes..."

quarta-feira, dezembro 20, 2006

The Magic of Christmas Day - Celine Dion e Rosie O´Donnell

Um Santo Natal a Todos!!!

1ª CARTA DO CANADÁ, por Fernanda Leitão

BOAS NOTÍCIAS NÃO SÃO NOTÍCIA

Sabemos que o mundo vai mal e está perigoso a ponto de nos deixar atemorizados, porque a comunicação social, um pouco por toda a terra, nos relata diariamente a maldade humana na sua prodigiosa criatividade. No entanto, quando abrimos o jornal ou ligamos a TV ou a rádio, temos sempre esperança de encontrar o oásis de uma boa notícia. Pura ilusão. A literatura efémera que é a imprensa, é feita por homens e mulheres, eles próprios temerosos, obsecados pela realização do que julgam ser um esconjuro.
É claro que o mal é contagioso, mas não é menos certo que o bem também o é. Por essa razão todos precisamos de pais e educadores que nos formem pelo exemplo, de governantes e oposições que se imponham ao nosso respeito pela boa conduta, de sacerdotes que nos guiem pela sua prática despojada e luminosa. Relatar o que é bom, creio, trará a luz onde há só há sombra mediática.
Por tudo isto e porque estamos no Natal, a poucos dias da celebração do nascimento de quem deu sangue e vida pelos trastes que nós somos, tomo a liberdade de deixar no vosso sapatinho um apontamento bonito.
O caso passou-se no Canadá, um país onde o livre mercado e o capitalismo existem e dominam, algumas vezes descambando em selvajaria. Só podem ter sido selvagens os que lançaram amigos meus ao desemprego, ao fim de 20 e muitos anos de leal serviço na mesma empresa, através de uma seca mensagem electrónica que os infelizes encontraram ao abrir o computador, como faziam todas as manhãs mal entravam nos escritórios.
Mariana era uma funcionária altamente qualificada de uma multinacional. Tinha aquilo que se chama de um lugarão, bem pago, com muitas viagens e mordomias várias. Viu reconhecido o seu talento, inteligência e preparação adquirida num bem sucedido curso universitário. Este ano foi nomeada directora dos recursos humanos da empresa, o que a deixou encantada na presunção de poder contribuir para melhores condições de todos os funcionários. Poucas semanas depois, ficou diante da armadilha: a administração encarregava-a de despedir uns centos de empregados, sacrificados no altar da famosa reestruturação empresarial, essa que, muitas vezes, não passa de substituir homens por máquinas, numa prova descarada de estar o homem ao serviço da economia e não esta ao serviço do homem, como manda a moral e o bom senso. Mariana, com o coração partido, procurou obedecer à ordem sem fazer muito sangue, isto é, escolhendo os funcionários que podiam saír com reforma ou os muito jovens que facilmente podiam arranjar trabalho noutro lado.
Mas o compressor do capitalismo ganancioso tratou de a apertar cada vez mais. Até ao dia em que exigiu o despedimento de uma secretária de meia idade, competentíssima, alinhadíssima, a braços com uma situação conjugal grave que a obrigava a ser pai e mãe ao mesmo tempo.
Foi nessa altura que aconteceu o que é uma boa notícia. Mariana apresentou-se ao presidente da multinacional e tratou de lhe propor o seu próprio despedimento em troca do despedimento daquela mulher numa idade que não proporciona um emprego encontrado facilmente. O presidente ficou assombrado, mas Mariana não se poupou a argumentos até conseguir o seu objectivo.
Saíu de cabeça levantada e coração leve. Não vai sentir remorsos na celebração da consoada. Depois das festas, passadas com o o marido e o seu primeiro filho, irá procurar outro trabalho. Já agora, aqui vai o resto da boa notícia: Mariana é portuguesa, casada com um português. Não se considera uma intelectual vanguardista ou a Madre Teresa de Calcutá. É, apenas, uma pessoa de bem e de coragem. Um bom exemplo.
Desejo-lhe um Santo Natal, leitor.

terça-feira, dezembro 19, 2006

Forum da Democracia Real, por David Garcia

Um Fórum para uma Causa

O Livro “Dom Duarte e a Democracia” que há pouco tempo foi lançado, refere-se ao ex - Fórum Monarquia-Portugal, hoje Forum da Democracia Real.
Isto é significativo. É a prova irrefutável de que a estrutura que existe tem vindo a fazer do nosso espaço internáutico um espaço de qualidade e de forte militância Monárquica. Onde se falam de ideias, doutrina, o Estado da Nação e onde há uma preocupação constante com o apoio mais do que necessário às Reais Associações e por elas à Causa Real, como Movimento Monárquico Oficial, criado sob a égide de Dom Duarte.

O Papel da Administração Nacional

A Administração Nacional do Fórum da Democracia Real, ao longo do ano 2006 foi reforçada com pessoas que efectivamente têm vindo a trabalhar de uma forma exemplar em nome do Ideal Real. Quero aqui publicamente agradecer aos Vice-Administradores pelo trabalho desenvolvido, pelo interesse e pelo amor à camisola. O patriotismo e a lealdade para comigo enquanto principal responsável do Fórum assim como a coerência e o profissionalismo de todos nós e também, sem dúvida, a preocupação de corrigir os erros do passado e tentar da melhor forma possível fazer sempre mais e melhor, tem me dado condições para dizer aqui a todos os nossos leitores que há condições para podermos avançar a partir de 2007 com a afirmação das Administrações Regionais que serão, sem margem para dúvidas um apoio de base, ao movimento monárquico e também ao nosso Fórum e poderão ter iniciativas próprias. O Fórum da Democracia Real tem-se transformado gradualmente e aos poucos num movimento de voluntariado extraordinário e reconhecido.
Por outro lado, é forte intenção minha alargar horizontes e aprofundar contactos com a Lusofonia e com os demais países Europeus.

Voluntariado

Como já disse, o Fórum da Democracia Real é um movimento de voluntariado, de base, que apoia incondicionalmente as Reais Associações. Todos os membros do Fórum são chamados a participar e estando as Administrações Regionais consolidadas, poderão, se for caso disso, ser criados, sob a alçada das diversas Reais Associações, Núcleos locais, como aliás é meu entender criar um em Sintra sob a alçada da Real Associação de Lisboa. Esta é a minha proposta. E julgo que nem é preciso uma reunião da Administração Nacional, porque havendo espírito de militância há capacidade de trabalho voluntariamente falanndo. Havendo forte militância local e mantendo regular contacto com as Reais Associações, será fácil criar Núcleos locais. A Causa Real tem uma política virada para a criação de Núcleos. Aqui, meus amigos, o voluntariado é a palavra-chave.

Objectivo: Referendo a 5 de Outubro de 2010

À medida que a estrutura acima falada, se vá consolidando, os Monárquicos têm que estabelecer objectivos claros um deles é se prepararem muito bem para um possível, eventual Referendo a 5 de Outubro de 2010, como aliás, neste mês de Dezembro, referiu o jornal SEMANÁRIO. Tendo em conta a grave crise de regime que Portugal está a atravessar, é fulcral preparar uma campanha para um eventual Referendo. E isto passa por fazer uma Petição, a começar já em 2007, podendo ir até 2009 – ano da próxima Revisão Constitucional – no sentido de alterar a alínea b) do artigo 288º da Constituição da Republica Portuguesa e propor uma consulta popular sobre se os Portugueses preferem ter um Rei ou um Presidente para representar a res publica.
Isto implica, trabalho, total dedicação e profunda organização, pondo de parte ideologias reaccionárias e falarmos a uma só voz, citando o Senhor Dom Duarte de Bragança quando diz “A Monarquia ou é democrática ou não é”. Não pretendemos restaurar a Monarquia mas sim fazer uma transição para a Chefia de Estado Real. E é isto que tem que ser dito. O Rei é o melhor servidor da Democracia.

Transição e Aclamação

E se nós pretendemos dar um Rei à Republica temos que ser claros a dizer aos Portugueses que na Europa Monárquica, os Reis são os garantes da Democracia, da Identidade Nacional, da Tradição na Modernidade, etc..
A transição para a Monarquia Parlamentar e Democrática, passa por primeiro a Monarquia ganhar com larga maioria, passa também por sancionar o resultado do Referendo na Assembleia da Republica – aqui 2/3 dos deputados têm que estar de acordo para uma mudança de Constituição e se efectivamente houver Rei, este antes de assumir o Trono terá que ser Aclamado pelos Portugueses, de Norte a Sul, Este a Oeste, e por aí fora. E a Aclamação por uma Assembleia Consittucional é a forma tradicional de aclamação do Rei em Portugal
Não há volta a dar, só assim é que as coisas funcionam.
Para chegarmos a 2010 com a ideia de que chegámos a todos os Portugueses, é fundamental que os membros do Fórum da Democracia Real ganhem definitivamente este espírito de militância. Em conjunto trabalharemos em equipa em conjunto seremos fortes o suficiente para unidos às Reais Associações, fazermos uma campanha que poderá, se Deus quiser, ficar na História de Portugal. Oxalá que ao fim de 100 anos de existência, a Republica abra os braços à Monarquia e aclame Rei de Portugal Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança e Legítimo Chefe da Casa Real Portuguesa.

Viva a Democracia!
Viva o Rei!
Viva Portugal!
David Garcia, Administrador Nacional do Fórum da Democracia Real

O Século XX, por Luís Aguiar Santos



ESTE ANO: Em Dezembro são publicados dois números de uma revista que dá pelo nome de "Homens Livres" e junta, nas suas páginas, intelectuais que dizem professar ideias muito diferentes. Mas nela, surpreendentemente, parece que se une todo o espectro ideológico da intelectualidade portuguesa desta época. Estão lá os principais nomes da revista republicana "Seara Nova" (António Sérgio - na fotografia-, Jaime Cortesão, Raul Proença), os “tradicionalistas” do Integralismo Lusitano (António Sardinha e Pequito Rebelo), um anarquista como Aurélio Quintanilha e outras sensibilidades. Os "Homens Livres", na própria capa da revista, definem um adversário comum no subtítulo que lhe dão: «livres das finanças e dos partidos». No editorial do primeiro número, António Sérgio rejeita a divisão entre esquerdas e direitas e diz que a única distinção válida é entre aqueles a que chama «homens do século XIX» e os «homens do século XX». Os "Homens Livres", na sua diversidade, apresentam-se como os homens novos do novo século. Têm uma concepção mística da política e das suas possibilidades e acreditam numa ideia de unidade nacional que suplante o conflituoso pluralismo que vêem à sua volta. Nesta atitude estão muito próximos do republicanismo dos tempos da propaganda durante a Monarquia. Aquilo que rejeitam são as tradições políticas legadas pelo parlamentarismo do século XIX e que, de facto, no meio da sua atribulada existência, a República preservou. O republicanismo presente nos "Homens Livres" é, por isso, o dos republicanos puros que, no início da República, não queriam compromissos com nada que fosse herdado da Monarquia constitucional, como a Igreja, o espírito partidário do parlamentarismo, o meio dos negócios, um mundo no fundo onde todas estas coisas conviviam. Da mesma forma, o monarquismo de parte dos "Homens Livres" é o dos monárquicos novos, antiliberais e que nada têm a ver com essa Monarquia que existiu até 1910. Na revista "Homens Livres" está assim patente uma rejeição do caminho que a República parece estar a querer tomar neste ano de 1923: o da sua estabilização financeira, pacificação bipartidária, compromissos, acantonamento dos sectarismos e regresso à pacatez do business as usual. Aos "Homens Livres" e ao seu idealismo cívico tudo isso cheira demasiado a século XIX...

segunda-feira, dezembro 18, 2006

Monarquia não é Franchising

Do ser tradicional
Para Portugal, especificamente, convirá um sistema Monárquico, sim, mas uma Monarquia Portuguesa e não um qualquer franchise de algo encontrado noutro país. Com isto quero dizer que Portugal deverá ser ele próprio: Atlântico, decerto; Europeu, com certeza; mas Português, sem complexos. Deste modo haverá na Monarquia a Instaurar elementos comuns a outras Monarquias europeias, mas deverá haver no modo de agir do Rei e da sua relação com os governos e com o Povo algo que nos é comum a todos, pois de outro modo corre-se o risco de criar um sistema em parte artificial.
Leonardo de Melo Gonçalves

Luís de Magalhães vai ser reeditado

Luís Cipriano Coelho de Magalhães, filho de José Estêvão, foi um dos mais jovens parceiros da Geração de 70. Poeta, romancista e político de inspiração monárquica e nacionalista, fundou, com António Feijó, a Revista Científica e Literária (1880-1881), de feição parnasiana, expressão poética em que se aproximou de Manuel da Silva Gaio. Exuberante epistológrafo, carteou-se com quase todos os intelectuais do seu tempo, reunindo um soberbo arquivo de correspondência que é bem o espelho do quotidiano de letras do fim-de-século XIX português.
Em livros como "Liberalismo e Tradicionalismo", “Perante o Tribunal e a Nação” e a “Crise Monárquica” de Luíz de Magalhães – e que servem de enquadramento à compreensão do pensamento do autor - Luíz de Magalhães defende que A CARTA CONSTITUCIONAL, longe de ser uma curiosidade morta de um passado distante, é um código jurídico integrante da experiência histórico-política portuguesa, um enunciado de princípios e regras de validade perene e, como tal, passível de leitura, reflexão e inspiração no tempo presente. Embora sofrendo várias vicissitudes, a Carta serviu como Lei Fundamental do País entre 1826 e 1910 e foi tida em conta, como elemento de ponderação, na elaboração de todos os textos constitucionais subsequentes. Essa ponderação, mesmo na ausência de uma tradição cartista contínua, assumida e estruturada, é a prova da vitalidade dos princípios explícitos e implícitos consagrados na Carta Constitucional. Como se argumentará infra, esses princípios interdependentes são a continuidade constitucional, o primado da Lei, a liberdade individual, a separação de poderes e a partilha da soberania.

Ainda o inquérito de Porto Santo


DNM pronuncia-se


Miguel Albuquerque, no Funchal




Discurso do Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Dr. Miguel Albuquerque, na apresentação do “D. Duarte e a Democracia; ” no Funchal:



"Minhas Senhoras e meus Senhores:
Aceitei com muita honra o amável convite do Prof. Mendo Castro Henriques para apresentar, aqui, no Funchal, a sua magnífica obra: “D. Duarte e a Democracia; uma Biografia Portuguesa”. Não só pela amizade e muita estima que tenho por SAR o Senhor Dom Duarte e pela sua Família.Mas também por um imperativo cívico, a que não são alheias as minhas convicções pessoais e as minhas legítimas preocupações políticas relativamente ao futuro do País.Num tempo em que tantas vezes se confunde espectáculo com informação.Numa época em que a praga do “politicamente correcto” substitui, com demasiada frequência, o preconceito pela realidade.Este livro é, antes de mais, um exemplo sublime de desmistificação e de verdade relativamente a um Homem e a uma Causa que se afiguram, dia após dia, cada vez mais importantes para o futuro de Portugal.Pelo seu exemplo de vida, pela sua integridade e pela sua coerência, pela sua frontalidade e simplicidade, pelo seu patriotismo e coragem cívica, o senhor Dom Duarte de Bragança, é hoje uma Figura Nacional respeitada que vai conquistando de forma crescente a simpatia e a admiração de um grande número de Portugueses oriundos dos mais diversos quadrantes sociais e ideológicos.


Mas não é apenas a personalidade singular do Senhor Dom Duarte que vai gradualmente conquistando a simpatia dos nossos concidadãos.Apesar da persistente e massiva propaganda que tenta infundadamente colocar a Instituição Real no plano dos anacronismos;Apesar do sectarismo irraciocinado que tenta estupidamente relegar a Instituição Dinástica para a imobilidade de um passado morto;Apesar da nossa Constituição impor, devido ao limite material da alínea b) do artº 288, “a forma republicana do governo”;Apesar de tudo isto – dizia eu – os Portugueses descobrem hoje, muitos com alguma surpresa, que metade dos nossos Parceiros Europeus, provavelmente os que respiram democracias mais evoluídas e qualificadas, são monarquias; e que a Instituição Real é não só um factor de modernidade e de estabilidade democrática nesses países, mas igualmente um elemento essencial de afirmação e projecção externa desses Estados num mundo global, cada vez mais uniforme e competitivo.Acresce que os Portugueses começam a aperceber-se que Portugal precisa urgentemente de uma representação nacional que ultrapasse a transitoriedade de um dado momento da vida do País.Sobretudo na actual encruzilhada histórica do grande espaço Europeu e Mundial, onde Portugal, nação histórica, mas ultraperiférica, corre o risco de ver diluída a sua identidade e soberania.A verdade é que no sistema republicano não existe nenhum órgão, nenhuma instituição, que represente a continuidade da Pátria.Todos os poderes são caracterizadamente partidários, na origem, nas funções, no significado e, no fundo, inconstantes e instáveis como a opinião pública donde provêm.A procedência eleitoral restringe e limita, automática e expressamente, a função representativa.Ao contrário, a instituição real não tem cor política. Situa-se acima das divergências políticas, a todos igualmente representando, mas num plano perfeitamente compatível com as naturais oscilações políticas.Eis porque a instituição real permite conciliar a estabilidade com a liberdade; e a continuidade com as substituições dos governos e das políticas.O conceito de unidade monárquica não é assim o de unanimidade política, é o de harmonia do conjunto nacional, com respeito integral pela diversidade.Só o Poder Real pode assegurar uma representação autêntica e independente, porque só Ele está em condições de abarcar a herança do passado e a sua projecção futura; porque só Ele, no fundo, está em condições de ajustar-se à personalidade histórica da Nação;“D. Duarte e a Democracia, é um livro importante.Nesta biografia portuguesa o autor lembra “que a história viva é mais forte que as ideologias”.E com toda a razão.Sem auferir qualquer vencimento público, denunciando os preconceitos de uma república que guarda “os esqueletos no sótão” e de uma Monarquia Arqueológica “com privilégios de fidalgos”, neste livro, O Senhor Dom Duarte, o melhor intérprete da “marca” Portugal, aponta os caminhos para o futuro de uma Nação com quase novecentos anos de História."

sábado, dezembro 16, 2006

CARTA DO CANADÁ, Fernanda Leitão


CARTA DO CANADÁ, Fernanda Leitão

ERA UM RISO NO CHIADO

Não me lembro como se formou aquele grupo de monárquicos com quem almocei, anos a fio, à quarta-feira, que se encontrava à porta da Brasileira.... (....)

Referendo a 5 de Outubro de 2010

A República em crise 2006-12-15
Rui Teixeira Santos no editorial do Semanário lança publicamente a proposta do referendo sobre a República para 5 de Outubro de 1910

(Leia tudo aqui)

Perseguição de banqueiros e empresários, um milhão de processos do Fisco, desordem na magistratura, insubordinação de polícias, ameaças de militares - a Terceira República está em crise. Será a restauração da monarquia a solução? Ou ainda se vai passar por muscular a democracia com o reforço dos poderes presidenciais do Presidente da República? Toda a história de uma "conspiração em marcha"... (...)


Agora, é a vez da República aparecer aos olhos dos cidadãos, das elites, dos empresários dos professores, dos militares, dos cultos e dos caciques provinciais, como razão de todos os males, como sistema desacreditado, com políticos menores e sem sentido de responsabilidade. A última das proclamações seria mesmo Manuel Alegre, quando apresentou a biografia sobre D. Duarte Pio e a Democracia editado pela Bertrand, a fazê-la: já é tempo do País se pronunciar no referendo sobre a forma de Governo: República ou Monarquia!Uma biografia séria, muito séria mesmo, em que metade do livro é a apresentação de documentos autênticos, que prova a legitimidade do duque de Bragança, como pretendente ao trono do Reino de Portugal, ele, cujos pais reconciliaram os dois ramos dos Bragança (miguelistas e liberais) e que, com o casamento com D.ª Isabel de Herédia, se reconciliou também com a aristocracia golpista.
(Leia tudo aqui)

IGESPAR, I.P., por Wikipedia



O Instituto Português de Arqueologia é uma entidade tutelada pelo Ministério da Cultura. É objectivo deste instituto, definir a política de gestão do Património Arqueológico e regular e promover toda a actividade arqueológica em Portugal. O Instituto tem sede em Lisboa, que por sua vez provê várias dependências consoante as várias regiões nas quais foi dividido Portugal. Criado no rescado do caso das gravuras do Côa, esta instituição tem sido tanto alvo de críticas — embora a instituição as atribua essencialmente a divergêncas partidárias relativas a todas as questões que se levantaram em 1995/1996 — como de elogio, pois este instituto, com fundos diminutos e pouca vontade política por parte dos sucessivos governos em os aumentar, defende o seu sucesso em estabelecer uma boa base de trabalho para investigadores e trabalhadores nas áreas do turismo e património.
Em 27 Outubro de 2006 foi publicado o Decreto Lei n.º 215/2006, de 27 de Outubro que funde o Instituto Português de Arqueologia e o Instituto Português do Património Arquitectónico, dando origem ao Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, I.P. (IGESPAR, I.P.).

















Mais um Blog com Causas, com sede no Torrão. PEDRA NO CHINELO
Paulo Selão promete "Um incómodo de blog. Para ler, reflectir e, se quiser, comentar. Quem cala consente!"
Para dar a conhecer o Torrão , a Barragem de Vale d´Gaio a descarregar. "Já corre bem mas isto, meus amigos, ainda não é nada."

Misericórdia de Braga

No dia 1 de Dezembro, realizou-se na casa das Artes, em Vila Nova de Famalicão, a e da Real Associação de Braga fez o lançamento do livro "Memórias da Dinastia de Bragança na Documentação da Misericórdia de Braga", de Maria de Fátima Castro,cujas receitas reverterão a favor da comunidade de estudantes Timorenses que escolheram Portugal para obter qualificações académicas e profissionais (Universidade ou Ensino Técnico Profissional) e que pretendem regressar a Timor para exercer a actividade profissional para a qual se habilitaram.
Os interessados na aquisição do livro (10€) podem contactar o CLAII de Braga através de: Email:claii@cvp-braga.com.pt
Tel: 253 26 43 42 / 253 27 11 85
O Ateneu Comercial do Porto irá também associar-se ao lançamento deste livro no dia 16 de Dezembro, pelas 18h00, nas instalações da Rua Passos Manuel, 44, no Porto.

sexta-feira, dezembro 15, 2006

Viseu, Livraria da Praça


Teve lugar na terça-feira, 12 de Dezembro, ao fim da tarde (19 horas), o lançamento do livro “Dom Duarte e a Democracia” (ed. Bertrand) com a presença do autor, Mendo Castro Henriques, e apresentação pelo Arqº Ribeiro Teles, LIvraria da Prça. em Viseu. Seguiu-se debate com as cerca de trinta pessoas presentes

"Transcendendo o conceito de biografia, no sentido estreito do termo, este livro proporciona uma visão do homem e da figura institucional muito mais lata e humana, que permite ao seu leitor descobrir as facetas mais desconhecidas e não menos importantes desta personalidade, bem como revisitar as que têm merecido a habitual cobertura mediática."

quarta-feira, dezembro 13, 2006

Homenagem a Cesário verde

(Óleo de Luiz Badosa)



SENTIMENTO DE UM OCIDENTAL
I
Nas nossas ruas, ao anoitecer, Há tal soturnidade, há tal melancolia, Que as sombras, o bulício, o Tejo, a maresia Despertam-me um desejo absurdo de sofrer.
O céu parece baixo e de neblina,
O gás extravasado enjoa-me, perturba-me;
E os edifícios, com as chaminés, e a turba
Toldam-se duma cor monótona e londrina.
Batem os carros de aluguer, ao fundo,
Levando à via-férrea os que se vão. Felizes!
Ocorrem-me em revista, exposições, países:
Madrid, Paris, Berlim, Sampetersburgo, o mundo!
Semelham-se a gaiolas, com viveiros,
As edificações somente emadeiradas:
Como morcegos, ao cair das badaladas,
Saltam de viga em viga, os mestres carpinteiros.
Voltam os calafates, aos magotes,
De jaquetão ao ombro, enfarruscados, secos,
Embrenho-me a cismar, por boqueirões, por becos,
Ou erro pelos cais a que se atracam botes.
E evoco, então, as crónicas navais:
Mouros, baixéis, heróis, tudo ressuscitado
Luta Camões no Sul, salvando um livro a nado!
Singram soberbas naus que eu não verei jamais!
E o fim da tarde inspira-me; e incomoda!

terça-feira, dezembro 12, 2006


"A caminho do Oceano" (foto da Garina do Mar) Inserido pelo nautilus e Milhas Náuticas





Foi hoje publicada a Resolução de Conselho de Ministros nº 163/2006 que aprova a "Estratégia Nacional para o Mar".

E que tal como já suspeitávamos apenas difere em questões de pormenor do documento que esteve em consulta pública. Ou seja, uma declaração de boas intenções (já não é mau serem boas as intenções), o que fica claro no texto que antecede a listagem de acções estratégicas e respectivas medidas:
"Estas medidas, bem como outras que venham a ser consideradas relevantes, serão alvo de planos de acção específicos, nos quais serão definidos os principais intervenientes e o seu papel, os meios financeiros a mobilizar e a sua origem, bem como os indicadores de avaliação a utilizar. Estes planos de acção serão desenvolvidos pelas respectivas tutelas e dinamizados pela comissão interministerial para os assuntos do mar."
Ou seja está TUDO POR FAZER.
Um exercício interessante para os próximos tempos será analisar o orçamento de Estado e ver quantas destas acções e medidas foram contempladas nos orçamentos dos vários ministérios.
Irei dando notícias. nautilus

Foi hoje publicado o Decreto Legislativo Regional n.º 50/2006/A, da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, que estabelece o regime jurídico da bolsa de emprego público dos Açores (BEP - Açores), visualizável AQUI.

Visa simplificar e agilizar a divulgação dos processos de recrutamento, de mobilidade geográfica, entre quadros regionais de ilha, interdepartamental e profissional e de reafectação dos recursos humanos da administração pública regional. A publicitação dos avisos de abertura dos concursos de pessoal assim como as demais publicitações de ofertas de emprego público são obrigatoriamente efectuadas na BEP-Açores. Aplica-se aos serviços e organismos da Assembleia Legislativa e da administração regional autónoma, da Região Autónoma dos Açores, incluindo os institutos públicos regionais, nas modalidades de serviços personalizados, de estabelecimentos públicos e de fundos públicos. As autarquias locais da Região Autónoma dos Açores podem utilizar a BEP - Açores mediante a celebração de um protocolo com o membro do Governo Regional com competência na área da administração pública.


Contém o registo e divulgação de:

a) Aviso de abertura de concursos externos e internos de ingresso, de acesso geral e de acesso misto ou limitado, bem como de pessoal dirigente;
b) Ofertas de emprego público nas modalidades de contrato administrativo de provimento, de contrato a termo resolutivo, de contrato individual de trabalho ou outras formas de vinculação ao abrigo de regimes de direito público privativos;
c) Necessidades de recrutamento de pessoal por recurso aos mecanismos de mobilidade;
d) Pessoal interessado em mudança de local de trabalho, de serviço ou de carreira;
e) Outras informações respeitantes a processos de recrutamento ou de mobilidade na administração pública.


Contém também o registo e divulgação de:

a) Despachos conjuntos de afectação de funcionários integrados nos quadros regionais de ilha;
b) Despachos de afectação do respectivo membro do Governo Regional quando a afectação se efectivar dentro do mesmo departamento do Governo e no mesmo quadro regional de ilha;
c) Lista de afectação de funcionários integrados em quadros regionais de ilha.


Foi hoje publicada a Portaria nº 1.389/2006, dos Ministérios da Justiça e da Cultura, de 12 de Dezembro, que aprova o Regulamento Arquivístico da Secretaria-Geral do Ministério da Justiça (VER).

segunda-feira, dezembro 11, 2006

Portal do Fórum da Democracia Real

Caros amigos,

Ontém ao final da noite foi inaugurado o Portal do Fórum da Democracia Real.

É mais um serviço que se presta à causa da monarquia democrática. Mensalmente (sempre que possível) irei colocar novas leituras . A partir do portal têm diversas ligações.

Era um trabalho que fazia falta fazer, de modo a que todos pudessem ter também meios para se informarem sobre a actualidade .

Espero que seja de grande utilidade para todos.

O link respectivo é:
http://monarquia-portugal.forumactif.com/portal.forum

Para passar do Portal para o Fórum bastará clicar ou no botão "Home" ou simplesmente no banner.

Saudações ,
David Garcia,
Administrador Nacional do Fórum da Democracia Real

LANÇAMENTO DE LIVRO

Realiza-se amanhã, pelas 18h30, no Círculo Eça de Queirós (Lg. Rafael Bordalo Pinheiro, 4 - ao Chiado), o lançamento do livro «REPENSAR A EUROPA E A GLOBALIZAÇÃO», do Professor e Padre Manuel Antunes (ver biografia AQUI), com textos extraídos da Revista Brotéria, publicados entre 1963 e 1975, reveladores não só de um grande saber do autor, mas igualmente de um dos maiores pensadores do século XX português. Preside ao acto o Sr. General Ramalho Eanes e será apresentador o Sr. Prof. Dr. José Eduardo Franco, historiador e um dos organizadores do Congresso Internacional Padre Manuel Antunes (em Dezembro de 2005).

Presépio da Madre de Deus restaurado abre dia 13 no Museu do Azulejo


O Presépio da Madre de Deus, criado em 1700 para o convento com o mesmo nome, em Lisboa, foi restaurado e reconstituído no Museu Nacional do Azulejo, abrindo ao público dia 13 de Dezembro, anunciou fonte oficial.

Desmontado em finais do século XIX, o presépio - composto por 42 peças de terracota pintada - passará a ficar exposto publicamente em permanência, na sequência do restauro do núcleo, considerado uma das mais importantes obras artísticas do país. Executado provavelmente entre 1700 e 1730, conjuntamente por Dionísio e António Ferreira.

A abertura ao público está marcada para as 19:00, seguindo-se um recital por Luís Peças (contratenor) e João Santos (órgão), que interpretarão obras de Handel, César Franck, Giordani e Bach-Gounod.

Fonte: Agência LUSA

SUBSISTEMA DE SOLIDARIEDADE


Foi publicado hoje o Decreto-Lei n.º 236/2006, de 11 de Dezembro (visualizável AQUI), que procede à primeira alteração do Decreto-Lei n.º 232/2005, de 29 de Dezembro (visualizável AQUI), que instituiu uma prestação extraordinária de combate à pobreza dos idosos que designou de «complemento solidário para idosos». Com a instituição desta prestação apostou-se na concentração dos recursos disponíveis nos estratos da população idosa com menores rendimentos, na atenuação das situações de maior carência de uma forma mais célere e na solidariedade familiar enquanto forma de expressão de uma responsabilidade colectiva e instrumento de materialização da coesão social. Como se consagrou no decreto-lei instituidor, esta é uma prestação do subsistema de solidariedade destinada a pensionistas com mais de 65 anos, tendo-se instituído a sua aplicação de forma progressiva por quatro anos.

Ou seja, consagrou-se que a idade para o reconhecimento do direito ao complemento solidário para idosos seria igual ou superior a 80 anos, no ano de 2006, igual ou superior a 75 anos, no ano de 2007, igual ou superior a 70 anos, no ano de 2008, e igual ou superior a 65 anos, no ano de 2009. No entanto, as condições orçamentais do corrente ano permitem encurtar em um ano o período de tempo previsto para a aplicação progressiva desta prestação, permitindo que a prestação chegue mais depressa a quem mais precisa. Procede-se, pois, com o presente diploma, ao encurtamento, em um ano, no período previsto para aplicação do complemento, sendo que no ano de 2007 a idade para o reconhecimento do direito será igual ou superior a 70 anos.

domingo, dezembro 10, 2006

O enigma do terreiro do paço tem solução ?

Cerca de 10% dos terrenos agrícolas do Baixo Alentejo foram adquiridos por empresários estrangeiros, sobretudo espanhóis.
Associações de agricultores e ministro da Agricultura consideram positivo este movimento de mudança na nossa lavoura.
Cerca de 10% do território do Baixo Alentejo já está na posse de cidadãos estrangeiros, na sua grande maioria espanhóis “muito endinheirados”. São sobretudo empresários do sector agrícola da Andaluzia, oriundos das zonas de Sevilha, Córdoba e Marbella. Os concelhos de Cuba, Vidigueira, Ferreira do Alentejo e Mértola são os mais procurados e, nos próximos anos, a percentagem deverá aumentar muito significativamente.
Nos últimos seis anos o preço de um hectare de olival alentejano aumentou cerca de 35%. Pouco mais de metade do valor praticado em Espanha.

sábado, dezembro 09, 2006

65% no Porto Santo- Mas uma andorinha não faz a Primavera


Diário de Notícias da Madeira informa (9DEZo6) : o inquérito feito pela Real Associação da Região Autónoma da Madeira na ilha do Porto Santo apresentou um resultado de 65% dos porto-santenses escolheriam para chefe de estado um rei!

sexta-feira, dezembro 08, 2006

Sophia de Melo Breyner Andresen (1919-2004)

Poeta e ficcionista portuguesa, nasceu no Porto . Muito pequena começou a escrever poesia. O seu imaginário foi embalado nas histórias da "Nau Catrineta" ,bem como nas aventuras de Gulliver, em "Sindbad o Marinheiro" e nas "Mil e Uma Noites". Foi uma poeta apaixonada pelo mar e pela cultura grega. Estudou Letras em Lisboa, que não concluiu. Escreveu "Poesia" em 1944 a que se seguiram "Dia do Mar", "Coral", "No Tempo Dividido", Mar Novo", "O Cristo Cigano", “Livro Sexto”, “Geografia”, “Dual”, "O Nome das Coisas", "Navegações" e "Ilhas". Casada com o jornalista Francisco de Sousa Tavares, foi mãe de cinco filhos e para eles terá começado a escrever, os enormes sucessos como livros para a juventude como a "A Menina do Mar", "A Fada Oriana", "O Cavaleiro da Dinamarca" e "A Floresta". Sophia, politicamente de esquerda, teve bastantes problemas com a polícia política do regime salazarista. Lutou pela liberdade como tantos outros. Desde sempre identificada com o Movimento Popular Monárquico, ajudou a fundar o Centro Nacional de Cultura e colaborou em campanhas com Ribeiro Teles e Barrilaro Ruas. É considerada a mais importante poeta da literatura contemporânea. Recebeu diversos prémios e na Internet encontramos muitos poemas seus.

Google - Portugueses são competitivos

Temos que ser competitivos. Inauguramos mais uma causa, hoje.
"YDreams, Critical Software, NDrive e LusoSpace estão entre as empresas portuguesas de base tecnológica mais apelativas para o investimento estrangeiro, podendo constar na lista de compras da Google em Portugal. (...)
Um dos factores que a Google vai ter em conta será o nível de qualificação dos profissionais portugueses, uma vez que estará fora de questão trazer colaboradores estrangeiros para o país. “Vamos ver qual a força e qualidade do talento local”, especificou Hansjee, sublinhando que esta foi a primeira visita de prospecção e não há alvos concretos a anunciar. O responsável justificou ainda o interesse com factores decisivos que tornam o mercado português mais apelativo que o espanhol. Trata-se do “espírito empreendedor” dos portugueses, a apetência dos consumidores por novas tecnologias e a pequena dimensão do país, que apresenta riscos reduzidos no que toca a investimentos. Um último factor é a ligação com África, onde a Google pretende chegar à frente da concorrência."

quinta-feira, dezembro 07, 2006


"A notícia internacional (23 de Maio de 2006), que por cá se escamoteou: o primeiro-ministro sérvio anunciou o propósito de transitar para a monarquia num país reduzido geográfica, moral e politicamente após 40 anos de comunismo, 8 de cleptocracia populista-socialista e 3 de balbúrdia. O triunfo moral da instituição real e a assunção do bom senso da classe política pode gerar um inesperado efeito de dominó na Roménia, Bulgária, Albânia e Montenegro. "

Recomendamos o MGI

MAGAZINE Grande Informação

Uma revista mensal, que pretende reconciliar os portugueses com o seu passado, dar-lhes algum conforto no presente e transmitir esperança para o futuro... política & economia, sociedade & família, lusofonia & mundo, saber & lazer de uma forma profunda sem ser enfadonha. Respeitar e defender os valores da cultura portuguesa, tendo como preocupação permanente a construção de um modelo económico competitivo para Portugal, a dignificação do nosso património histórico e cultural, o estímulo da livre iniciativa e da ética empresarial, a promoção de uma cultura de esforço, de rigor e de exigência bem como a total independência corporativa.
Um projecto editorial sem redacção fixa, pelo que todos, profissionais ou não, estão convidados a participar. Não queremos um Portugal que ande de "chapéu na mão pela Europa", e defendemos uma linha editorial onde a pessoa estará sempre à frente de credo, cor ou posição social. Pretendemos dar o nosso contributo para a construção de uma Europa cristã, aberta, fraterna e competitiva.
Otto Czernin Director

Modalidade de Pagamento:
Por Cheque, à ordem de Magazine, S.A. para: Rua do Comércio, 8, 6º Esq l 1100-150 Lisboa Por transferência Bancária para o nosso NIB: 003300004529703041605
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Se até a CIA diz.....

Transnational Issues
Disputes - international:
Portugal does not recognize Spanish sovereignty over the territory of Olivenza based on a difference of interpretation of the 1815 Congress of Vienna and the 1801 Treaty of Badajoz
Illicit drugs:
gateway country for Latin American cocaine and Southwest Asian heroin entering the European market (especially from Brazil); transshipment point for hashish from North Africa to Europe; consumer of Southwest Asian heroin
This page was last updated on 30 November, 2006

OCDE - Países desenvolvidos devem fazer mais para integrar trabalhadores

Lisboa, 05 Dez (Lusa) - A Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) instou os países mais desenvolvidos para que promovam iniciativas que facilitem a integração dos trabalhadores imigrantes nas sociedades de acolhimento. "Uma imigração bem organizada beneficia tanto os países de acolhimento como os imigrantes e as suas famílias. Mas uma efectiva integração dos imigrante s nas sociedades dos países de destino é crucial, e isso implica compromisso e acção a nível local e nacional", afirma a OCDE no relatório "Da Imigração à Integração: Soluções Locais Para um Desafio Global", já divulgado.
A OCDE agrupa 30 países membros, entre os quais Portugal, unidos em torno da defesa da democracia representativa, da economia de livre mercado e do desenvolvimento social.

No relatório, a OCDE analisou várias iniciativas de integração de trabalhadores imigrantes desenvolvidas em cinco países (Canadá, Itália, Espanha, Suíça e Reino Unido). Uma delas foi a do Concelho do Emprego Imigrante na Região de Toronto, Canadá, criado em 2003 para estabelecer contacto entre potenciais empregadores e imigrantes desempregados. O relatório da OCDE reflecte ainda a importância para os países desenvolvidos das questões levantadas pela imigração. "Quase três milhões de migrantes a longo-termo entram legalmente nos países da OCDE todos os anos à procura de emprego e de segurança económica", revela o relatório.
Para a OCDE, "a sua destreza e energia trazem benefícios para os países de acolhimento, mas as dificuldades de integração dão origem a tensões". "Paradoxalmente, há sinais de que, em alguns países, a integração está a ter actualmente menos sucesso do que no passado. Em muitos países, os imigrantes tendem a estar mais expostos do que os cidadãos de origem ao desemprego de longo-termo e à exclusão social", lê-se no relatório. "Eles enfrentam frequentemente condições de trabalho precárias e a perspectiva de emprego temporário sem seguranças laborais. Em muitos países, as segundas e terceiras gerações ainda enfrentam barreiras no acesso ao emprego", acrescenta.

De acordo com a OCDE, as bem sucedidas iniciativas de integração podem ter sucesso em outros países desde que os Governos ponham em prática as política s necessárias, incluindo a legislação anti-discriminação.

A nível nacional, a OCDE recomenda políticas que proporcionem oportunidades de educação e o reconhecimento de competências e qualificações. A nível local, considera ser urgente a cooperação entre instituições e o envolvimento dos empregadores em parcerias locais.


Fonte: Agência LUSA

MOBILIDADE NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

Foi hoje publicada a Lei n.º 53/2006, de 7 de Dezembro, que estabelece o regime comum de mobilidade entre serviços dos funcionários e agentes da Administração Pública, visando «o seu aproveitamento racional», visualizável AQUI.

POLÍTICA ENERGÉTICA

Foi ontem publicada a Resolução da Assembleia da República n.º 66/2006, D.R. n.º 234, Série I, de 2006-12-06, referente à constituição de uma comissão eventual para a política energética, visualizável AQUI.

quarta-feira, dezembro 06, 2006

Voluntariado, e Cidadania




A Bolsa do Voluntariado já está on-line!


A Bolsa do Voluntariado é um projecto inovador de âmbito nacional, transversal a toda a sociedade e economia, que tem como objectivo servir de ponto de encontro entre a procura e oferta de trabalho voluntário e permitir, numa óptica dinâmica, articular a necessidade de trabalho voluntário por área com a disponibilidade para o prestar por parte de pessoas e entidades.
A Bolsa do Voluntariado conta com o apoio da Caixa Geral de Depósitos.

Os Voluntários podem escolher onde pretendem realizar a sua actividade, de acordo com as suas aptidões, disponibilidade de tempo, áreas de interesse, preferência de localização. Podem seleccionar uma causa ou necessidade social, procurar uma instituição ou organização perto do local da sua residência ou participar numa acção pontual.

As instituições e organizações que necessitem de voluntários inscrevem-se também, listando as suas necessidades. Podem ainda procurar voluntários com o perfil de que necessitam para a sua actividade, recorrendo a vários critérios como: área de actuação, destinatários, especialidade, freguesia ou código postal.

Visite o site em http://www.bolsadovoluntariado.pt/ e envie-nos as suas opiniões e sugestões.


Bolsa do Voluntariado
Estação CP Alcântara Terra, Arz 1 · Av. de Ceuta · 1350-353 Lisboa
' 213620417
6 213622360
Visite-nos em http://www.bolsadovoluntariado.pt/

Zé Campos: para escutar Portugal



lá escutá-lo!

Ele sabe o que está a fazer!



A Real Associação da Região Autónoma da Madeira está a realizar um inquérito sobre a Chefia de Estado, com o objectivo de sondar a sensibilidade monárquica da população e a sua ligação afectiva à Família Real portuguesa. Pretendemos também melhorar a nossa comunicação com a população da Região. Escolhemos o Porto Santo para dar início a este inquérito .
João Paredes explica as razões no TRIBUNA da MADEIRA

ZÉ Abrantes, um grande desenhador


Recomendamos hoje o ZÉ Abrantes, um grande da BD e cheio de entusiasmo

Fez muita BD, sobretudo para crianças... "Mas o melhor do mundo são as crianças...!"

Ouçam-no a ele:


Rua Sésamo 1991
Acompanhei in loco todas as produções desta memorável série. Aprendi muito, e conheci pessoas muito interessantes, além de ser mesmo muito interessante o ambiente quase cinematográfico daquilo tudo, para um outsider como eu...


Maurício de Sousa 1994
Visitei o Maurício de Sousa; atrás dele, o Cebolinha agacha-se, e, em primeiro plano e à direita, em pose imponente e algo ameaçadora, o filho de Jango Fett. (...)


"MONARQUIA sai mais barata que a República",



"MONARQUIA sai mais barata que a República",noticia o jornal espanhol "El Economista"

O jornal espanhol El Economista fez as contas e chegou a uma conclusão:a Monarquia sai mais barata que a República.Uma ideia feita há muito-a de que monarquia,mesmo nos dias de hoje,se confundiria com fausto-cai,assim,por terra.No caso de Espanha,ela sai,aliás,"substancialmente mais barata", a avaliar pelos números que o diário avançou na sua edição de ontem,a pretexto da passagem de mais um aniversário da Constituição do país.

De acordo com os valores recolhidos pelo jornal,que apresenta um estudo comparativo,baseado em números redondos,a Monarquia espanhola exige incomparàvelmente menos dos contribuintes que a Presidência da República francesa ou,num outro plano,a Coroa britânica.

Traduzido em números,algo como isto:o custo oficial da Coroa espanhola,refere o diário,situa-se em 8,28 milhões de euros,montante inscrito no Orçamento do Estado para 2007 como apoio à Família e Casas reais.No global-e da-do que este valor"não inclui os custos de manutenção dos seus edifícios e do iate do Rei Juan Carlos,do parque automóvel da Casa Real ou dos 130 funcionários ao seu serviço"-,esse número deverá elevar-se a 25 milhões de euros/ano.Um valor,mesmo assim,muito abaixo dos 56,3 milhões de euros anualmente concedidos à Coroa britânica e muito próximo dos 23,4 milhões atribuídos ao Principado do Mónaco.

Quando se olha para França,pelo contrário,os números disparam em matéria de cusos relacionados com a Presidência da República:"Aqueles que conseguiram decifrar a complexa contabilidade do Eliseu",escreve o jornal espanhol,"calculam que o seu custo se situe nos 90 milhões de euros/ano.

Da jornalista Maria João Pinto do jornal DN de 06-12-2006

Na Madeira, nas origens...

No dia 14 de Dezembro, pelas 18:00 horas, no Teatro Municipal Baltazar Dias, Funchal, a Real Associação da Região Autónoma da Madeira, com a colaboração preciosa da Editora Bertrand e da Câmara Municipal do Funchal, irá promover o lançamento regional do livro "Dom Duarte e a Democracia - Uma Biografia Portuguesa".Estarão presentes no evento Dom Duarte de Bragança, e o autor, Mendo Castro Henriques. O livro será apresentado pelo Dr. Miguel Albuquerque, Presidente da Câmara do Funchal.

A Real Associação da Madeira realiza um inquérito na Região. A sondagem pergunta aos madeirenses se estão dispostos a ter um regime monárquico democrático, centrado na figura de um rei e não na de um Presidente da República. "Basicamente, o que tencionamos perguntar às pessoas é se elas preferem um Presidente da República, eleito com o apoio partidário, ou um monarca independente, um órgão de soberania não electivo e capaz de representar a nação", afirma João Paredes. A sondagem, a ser realizada em todas as freguesias da RAM, inclui a distribuição de literatura sobre a instituição real. A sondagem levará alguns meses e será desenvolvida em regime de voluntariado por elementos afectos à causa. O primeiro concelho a ser questionado será o do Porto Santo, devendo depois se estender para as freguesias e concelhos rurais."

terça-feira, dezembro 05, 2006

Problema de Semântica: Resolvido.

Não me recordo do nome do autor da frase, um alto responsável da Igreja Católica, em entrevista à televisão, mas quando hoje se discute a morte e a vida de um feto, se se trata ou não de matar um ser e se procuram inúmeras justificações científicas para justificar cada um dos argumentos, este senhor disse esta frase que, por sintética, dissipa qualquer dúvida: «independentemente de determinarmos se estamos ou não a matar uma criança ao praticar um aborto, uma coisa estamos a fazer: estamos a privá-la da vida - e esse facto é impossível de negar.»

Fórum Monarquia-Portugal dá lugar a Fórum da Democracia Real


Muito boa tarde a todos!

Hoje, 5 de Dezembro do ano 2006, ficará na História do Ideal Monárquico como o dia em que após dois anos de intensiva actividade, o Fórum Monarquia-Portugal muda o seu nome para "Fórum da Democracia Real".

Porquê?

Porque ao fim de 2 anos entendeu-se que era chegada a hora de além de sermos fiéis a Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança e Chefe da Casa Real Portuguesa, também somos Fiéis ao seu pensamento político e linha condutora.

Seremos criticados pelos mais conservadores, mais é imperativo que TODOS os Monárquicos tenham a clara consciência de que o nosso objectivo último é dar um Rei à Republica, num período de Transição Democrática, que passará primeiro por conseguir alterar a alínea b) do artigo 288 da Constituição da Republica Portuguesa.

Não é um trabalho fácil. Voltar a ter um Rei em Portugal pode ser até visto por alguns como uma utopia, algo completamente impensável. Mas, eu não posso, nem devo pensar dessa maneira. Estou plenamente ciente das dificuldades. Acredito, como sempre acreditei que as tarefas difíceis são muitas vezes as que nos dão mais prazer em fazê-las.

A partir do momento em que a Causa Monárquica deu lugar à Causa Real e às Reais Associações, também foi uma mudança de Era no Ideal Monárquico. Era fundamental chegar aos Portugueses. Ainda não se fez o suficiente para cantar vitória. Há um longo e duro trabalho pela frente. Mas, ensinaram-me desde pequeno a acreditar que tudo é possível.

A mudança hoje registada no Fórum da Democracia Real (ex-Monarquia-Portugal) é claramente no sentido de dizer aos Portugueses que ter um Rei é tão democrático (ou se calhar até mais) do que ter um Presidente. Que a Monarquia Parlamentar e Democrática não é uma Ditadura de extrema-direita, que o absolutismo já era, que os ideais monárquicos do início do século XX de teor mais conservador não fazem sentido num mundo actual da Globalização. É preciso renovar completamente o Ideal Monárquico e é também necessária uma Nova Atitude perante um mundo tão complexo. Não podemos, nem devemos viver com o passado na mente. Temos que pensar no futuro de Portugal e do mundo onde Portugal se enquadra.

Democracia Real é um conceito já usado muitas vezes por Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte e ajusta-se perfeitamente ao que todos os Monárquicos devem abraçar com entusiasmo e no partido do serviço que se presta diariamente a Portugal.

Quero todavia chamar a atenção para o facto de esta mudança de nome não implica (pelo menos nos próximos tempos) a uma mudança de URL, portanto todas as pessoas que quiserem visitar o Fórum da Democracia Real, utilizarão o actual URL que é: http://monarquia-portugal.forumactif.com . Tudo isto é um processo demorado. É uma transição que demora o seu tempo. O Fórum está ligado a muitos sites e Fórums e blogs no universo internáutico. O que se fez hoje, é um passo.

Quero também dizer que a partir desta data oficialmente há uma Administração Nacional, presidida por mim e umas Administrações Regionais presididas pelos Vice-Administradores que nomearam os seus Colaboradores Regionais. Queremos com isto, chegar a cada vez mais pessoas que se revejam no Ideal Real, mas também é fundamental termos republicanos no Fórum no sentido de aprofundar o debate, falando não só na questão "Monarquia vs Republica", mas também falando em Causas Comuns "sem complexos".

Quis, por bem partilhar com os meus caros colegas deste Blog de Causas e com todos os que nos visitam e lanço o desafio para que também se registem no Fórum da Democracia Real e venham discutir connosco o futuro de Portugal.

Um Forte Abraço Real a Todos Vós,
David Garcia,
Administrador do Fórum Democracia Real

segunda-feira, dezembro 04, 2006

OLIVENZA - OLIVENÇA

EL PAÍS (Espanha), 04-12-2006 refere Olivenza Olivenza, el pueblo más portugués de España: fue Olivença durante 504 años, desde 1297 hasta 1801..Según los vecinos de la "muy noble, notable y leal villa", en Olivenza apenas se habla ya la lengua de Camoens, aunque sus habitantes la llaman"la vila" (en portugués), aunque muchos de los ancianos que juegan al tuteen el Hogar del Pensionista discuten y blasfeman en perfecto portugués y muchos escolares de primaria y secundaria estudian el idioma en los colegios desde hace algunos años.

Lx., 04-12-06.SI/Grupo dos Amigos de Olivença
Rua Portas S. Antão, 58 (Casa do Alentejo), 1150-268 Lisboa
www.olivenca.org
olivenca@olivenca.orgTlm. 96 743 17 69 - Fax. 21 259 05 77

Nós recomendamos - Gazeta Lusitana

Gazeta Lusitana

Não sendo uma biografia, o livro de Mendo Castro Henriques apresentado recentemente - D. Duarte e a Democracia, é um interessante retrato da relação entre S.A.R. O Duque de Bragança e a política portuguesa.
Infelizmente, são pouco conhecidas as opiniões políticas do Chefe da Casa Real Portuguesa. A imprensa e os "opinion makers" reduzem bastas vezes o seu comentário a questões menores, ligadas à família ou à participação do Princípe em determinado tipo de eventos. Há uma visão por demais curiosa e côr-de-rosa em relação à personalidade e à matéria, e por de menos política, o que é lamentável.
Este livro contribui para que se conheça mais de perto aquilo que é a visão de D. Duarte sobre as grandes questões nacionais e da política internacional, assim como da sua intervenção ao longo de anos em matérias tão importantes como seja o caso de Timor-Leste.